terça-feira, 5 de abril de 2011

Mais demanda do mercado para nossa Andritz-Inepar

Depois do fornecimento para Belo Monte confirmado e da inauguração do único laboratório de testes de turbinas do Brasil (Laboratório de Ensaios de Modelos Reduzidos para Turbinas Hidráulicas, é o primeiro laboratório universal construído no Brasil, projetado e operado por um fabricante, inaugurado em novembro de 2010 - mais info em: http://www.andritz-hydro.com.br/node/134) mais oportunidades para Andritz-Inepar são evidenciadas no noticiário:

Folha de S. Paulo 05/04/11
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mercado/me0504201101.htm
Mercado Aberto
Governo pretende licitar mais usinas no fim de 2011 
O governo pretende licitar outras usinas hidrelétricas no final deste ano.
Serão 13 projetos de pequenas hidrelétricas, se saírem as licenças prévias ambientais.
A potência estimada varia de 56 MW, a menor, de Estreito, no rio Parnaíba (Piauí), a 700 MW, de São Manoel, em Mato Grosso.
Os leilões ainda não têm data marcada porque dependem da licença, segundo Maurício Tolmasquim, presidente da EPE (Empresa de Pesquisa Energética).
"Além da área ambiental, há sempre dificuldades com a Funai", diz Tolmasquim.
"Não permitem que as usinas fiquem próximas das reservas indígenas. A licença prévia, quando concedida, indica que há viabilidade ambiental, o que inclui o "ok" da Funai", diz.
O próximo grande projeto do governo depois de Belo Monte é São Luiz do Tapajós, para o final do ano que vem, também sem previsão de licença.
Em julho, deverá haver leilão de térmicas e PCHs (pequenas centrais hidrelétricas) para 2014. No final do ano, serão leilões para energia para 2016.
Tolmasquim afirma que as térmicas a gás vão voltar. No próximo leilão de contratação de energia elétrica, previsto para daqui a três anos, denominado A-3, haverá a participação destacada de usinas termelétricas a gás.
Segundo Tolmasquim, a situação atual do gás no Brasil está diferente de há alguns anos, quando não havia gás suficiente para a indústria e para as térmicas.


03/04/2011 - 07h29 | da Folha.com
Em clima eleitoral, Peru lança PAC e beneficia brasileiros

A poucos meses de deixar o cargo, o presidente do Peru, Alan García, baixou decretos para facilitar investimento privado em 33 grandes projetos de infraestrutura, num "fast track" para o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) do país.
Grandes empresas brasileiras, algumas delas as maiores doadoras da campanha eleitoral do Peru, estão entre as grandes interessadas nesse "PAC peruano".
No próximo domingo, ocorre o primeiro turno da eleição presidencial no país.
Empresas como a Odebrecht já atuam ou têm interesses nas obras do pacote de "necessidade nacional e de execução prioritária", cujo custo é estimado pelo governo em US$ 9 bilhões.
O PAC peruano foi alterado para incluir o item "energia das novas centrais hidrelétricas". O ponto é estratégico para o Brasil, que assinou pacto em 2010 para construir ao menos seis usinas de uso compartilhado na selva peruana, investimento que pode chegar a US$ 16 bilhões.
Ao menos três dos cinco candidatos com chances ir ao segundo turno prometeram revogar o "fast track" (via rápida) de García: Alejandro Toledo (centro-direita), Keiko Fujimori (direita) e Ollanta Humala (esquerda).
"O governo está tratando de hipotecar o país", afirma Daniel Abugattás, um dos porta-vozes da campanha de Ollanta Humala.
A pedido de um grupo de congressistas, o Tribunal Constitucional está avaliando se a via rápida de García viola a Constituição.
O Brasil entrou em cheio na eleição quando as construtoras brasileiras Camargo Correa e Queiroz Galvão apareceram como as maiores doadoras, até agora, da campanha do ex-presidente e candidato Alejandro Toledo.
As somas não são altas para os padrões brasileiros (menos de US$ 100 mil no primeiro caso e pouco mais de US$ 200 mil no segundo), mas foram suficientes para desatar uma discussão sobre conflitos de interesses com o "novo imperialismo" do sul.
NEGÓCIOS DO BRASIL
As hidrelétricas no PAC de García são só uma fatia dos negócios brasileiros no país.
Segundo estimativas compiladas entre as empresas, as múltis brasileiras têm investimentos de US$ 3,5 bilhões a US$ 5 bilhões no Peru, mas esse número deve triplicar com outras obras públicas no país. Os investimentos se concentram em mineração, construção e energia.
"De 2005 para cá, o ambiente político, econômico e de negócios do Peru mudou muito. Fechamos contratos importantes e passamos a atuar como concessionária das obras executadas", diz Breno Saldanha, diretor da Andrade Gutierrez no Peru.
"Hoje, o Peru tem a maior taxa de crescimento da região, instituições fortes e muita disposição para atrair investimentos", completa.
A Odebrecht, por exemplo, está há 31 anos no Peru. A empresa já fez 54 obras no país e hoje participa de projetos que representam investimentos de US$ 4,4 bilhões --entre eles, a rodovia interoceânica, que conectará o Brasil à costa do Pacífico.




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