sábado, 30 de abril de 2011

Quip fará megainvestimento em Rio Grande

Quip fará megainvestimento em Rio Grande

Neste domingo, 1º de maio, faz seis anos que a Quip S/A foi criada para atuar em Rio Grande e construir a plataforma de petróleo offshore P-53 para a Petrobras, a primeira plataforma construída em solo rio-grandino.

Formada inicialmente pelas empresas Queiroz Galvão, UTC Engenharia e Iesa Óleo e Gás e a partir do ano passado também pela Camargo Corrêa e a PJMR, a Quip chega ao seu sexto aniversário trabalhando na construção de mais duas plataformas em Rio Grande: a P-63, em seu canteiro de obras situado na ponta sul do Porto Novo, e a P-55 no Estaleiro Rio Grande (ERG1), na área do Superporto. A empresa foi a precursora no processo de desenvolvimento pelo qual passa o Município com o Polo Naval.

Para construção da P-63, a Quip já começou a montagem de estruturas metálicas e a construção de tubulações para os módulos. Cabe a ela construir os módulos de processo e completar a integração deles no casco do navio tanque BW Nisa, que está sendo convertido em casco desta plataforma na China, na cidade de Dalian, em parceria com o Grupo BW Offshore. Da P-55, está terminando a montagem da estrutura do deckbox e começando a composição dos equipamentos internos deste. A construção do convés e de dois módulos desta unidade, mais a integração destas estruturas ao casco, é a parte da Quip neste projeto.

Vocação e novos investimentos

O gestor de suporte corporativo à gestão da empresa, Marcos Reis, observa que a Quip S/A foi criada em 2005 com a proposta de iniciar o processo de estabelecimento da indústria naval em Rio Grande. Explica que, inicialmente, existia a ideia de uma industrial naval no Município. A questão do Polo Naval foi crescendo na medida em que a região foi comprovando sua vocação para este empreendimento. Essa vocação se deve às suas águas abrigadas, porto com calado de grande porte, portos eficientes em manejo de cargas vindas do exterior e agilidade das autoridades locais – do Município e Estado – em buscar soluções para os problemas que surgiam no processo de instalação de uma indústria nova na região.

“Logo em seguida da instalação da Quip na cidade, surgiu a licitação da Petrobras para construção do dique seco em Rio Grande. Isso ratificou a ideia de que a região podia ter um Polo Naval”, falou Reis. Com o sucesso obtido na construção da P-53, este fato serviu para motivar a empresa a fazer outras plataformas. Marcos Reis diz que as expectativas da Quip com seu primeiro projeto executado em Rio Grande – a P-53 – foram ultrapassadas e a empresa está continuando a proposta de investimentos em sua área de construção e confiante no desenvolvimento da região em decorrência do Polo Naval. Destacou a importância do Governo do Estado estar com forte apoio para a fixação deste polo.

Reis também anunciou, na última quinta-feira, que no segundo semestre deste ano a Quip vai começar um investimento de R$ 180 milhões em sua área industrial. Esses recursos serão investidos na ampliação do cais de atracação e da área de construção de módulos, serviços que irão gerar em torno de 400 empregos.

Empregos

Cada contrato obtido pela empresa significa a geração de mais empregos no Município. Na construção da P-53, chegaram a ser empregados 3,5 mil trabalhadores no pico do serviço. A P-63, cuja construção está em processo inicial, fechará 2011 com mais de 500 trabalhadores. No pico da obra, previsto para o segundo semestre de 2012, deve gerar 2 mil empregos diretos e outros 4,5 mil indiretos. A P-55, já com montagem mais adiantada, atualmente já está empregando 2 mil colaboradores, entre empregados diretos da empresa e de subcontratadas.

Da mão-de-obra empregada atualmente na execução da P-63 e da P-55, levantamento realizado até o final de fevereiro pela Quip mostra que 70,9% é do Rio Grande, 11% de outros municípios do Rio Grande do Sul e 18,1% de outros estados.

Perspectivas

As perspectivas da Quip estão ligadas ao plano de investimentos da Petrobras no setor de Óleo e Gás, conforme Reis. A intenção é conseguir novos contratos. O mercado tem expectativa que seja aberta licitação para construção dos módulos dos oito cascos de FPSOs que a Engevix construirá no Estaleiro Rio Grande 1 e a Quip pretende participar do processo licitatório. “Hoje temos trabalho para mais três anos e esperamos conseguir um novo contrato para alongarmos esse tempo de serviço”, ressaltou. Todos os contratos da Quip são executados em Rio Grande

fonte – Jornal Agora

sexta-feira, 29 de abril de 2011

IESA mantêm sua certificação ISO 14001 do Sistema de Gestão Ambiental

Desde a certificação inicial ocorrida em 2008, auditores avaliam o trabalho de 
todas as áreas para garantirem que as mesmas atendam aos quesitos ambientais

Araraquara (SP) - A IESA Projetos, Equipamentos e Montagens iniciou o mês de abril deste ano com a renovação de sua certificação ISO 14001 do Sistema de Gestão Ambiental. Ela tem como objetivo fornecer elementos de um Sistema de Gestão Ambiental (SGA) eficaz que possam ser integrados às práticas de cada empresa. Um grupo de auditores avaliou o trabalho de diversas áreas da IESA nos últimos três anos, desde a certificação inicial ocorrida em 2008, para garantir que as ações realizadas foram atendidas no quesito ambiental.

Entende-se como Gestão Ambiental todas as diretrizes e atividades administrativas e operacionais tais como: planejamento, direção, controle e alocação de recursos. Ela tem como objetivo reduzir e eliminar os danos ou problemas causados pelas ações humanas no Meio Ambiente, por meio da aplicação dos requisitos da norma ISO 14001.

O Sistema de Gestão Ambiental, por meio de seu manual, descreve todos os procedimentos e instruções elaboradas para atender aos requisitos da norma ISO 14001. Os procedimentos e instruções são analisados, buscando identificar a prática correta do que está definido nestes documentos.

O foco principal da ISO 14001 é o que trata o levantamento das características ambientais. Ele estabelece o reconhecimento dos aspectos e seus impactos relacionados às atividades desenvolvidas por cada setor da organização. Nesta fase são identificados os controles que buscam inibir quaisquer fontes geradoras de poluição, evitando o não atendimento à legislação vigente.

De acordo com Humberto Pessoa de Araújo, Técnico Ambiental da IESA, a renovação da certificação mostra o comprometimento da IESA com a preservação do meio ambiente. “A renovação da certificação ISO 14001 é o resultado do esforço de nossa empresa em atender todos os requisitos exigidos pela legislação, reduzindo ao máximo os impactos ambientais. É também uma excelente oportunidade de revisão de todo nosso processo produtivo e identificação de desperdícios na produção”, explica Humberto.

http://www.iesa.com.br/site/noticias/renovacao_iso14001.htm

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Polo naval gaúcho recebe incentivos fiscais para atrair mais projetos (ver QUIP e IESA)

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Sérgio Bueno | De Porto Alegre

27/04/2011

O governador gaúcho, Tarso Genro (PT), desembarca hoje no Rio disposto a convencer novas empresas ligadas ao setor de óleo e gás a se instalarem no polo naval que começa a se consolidar no Rio Grande do Sul. Ele vai acenar aos empresários com incentivos fiscais, financiamentos, disponibilidade de terrenos para construção de fábricas, oferta de mão de obra qualificada e um sistema logístico com ligações hidroviárias entre o porto de Rio Grande, no sul do Estado, e municípios da região.

Genro reúne-se com integrantes da Organização Nacional da Indústria de Petróleo (Onip) na sede da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan). Junto com ele estará o diretor-presidente da recém criada Agência Gaúcha de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (AGDI), o empresário Marcus Coester, que tem como alvo a atração de novos estaleiros e fornecedores de componentes para a indústria naval e petrolífera.

Conforme Coester, esses setores são prioridades para o governo, que quer consolidar o Rio Grande do Sul como alternativa ao polo tradicional do Rio de Janeiro e como competidor de Suape, em Pernambuco. De acordo com ele, o Estado também sedia uma forte cadeia metalmecânica que pode suprir a indústria de óleo e gás, incluindo empresas já tradicionais como a Lupatech, de Caxias do Sul.

Para atrair os novos projetos, o Estado mantém um programa "agressivo" de incentivos que praticamente zera a incidência de ICMS. Tem ainda instituições financeiras para oferecer crédito, como o Banrisul e a agência de fomento Badesul (ex-Caixa RS), além do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), controlado também pelo Paraná e por Santa Catarina e que repassa linhas do BNDES. Os licenciamentos no setor são "prioridade" na Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam), acrescentou.

O polo naval gaúcho começou a se formar a partir da implantação do Estaleiro Rio Grande (ERG), um dique seco para construção e reforma de plataformas marítimas que foi construído pela WTorre e começou a operar no ano passado, logo após ser adquirida pela Engevix. O consórcio Quip, formado pela Queiroz Galvão, Iesa, UTC Engenharia e Camargo Corrêa, também tem um estaleiro no porto gaúcho.

Além disso, outras empresas anunciaram instalações para construção de embarcações e plataformas, como a Wilson, Sons (Rio Grande) e a Setal Óleo e Gás (São José do Norte). A Iesa planeja instalar uma fábrica de módulos para plataformas em Charqueadas, de onde é possível chegar ao porto de Rio Grande pelo rio Jacuí, enquanto a própria Engevix avalia a ampliação do ERG. Todo o pacote, incluindo os projetos e os empreendimentos em operação, equivale a R$ 2,3 bilhões em investimentos.

Segundo Coester, mais de dez municípios na área de uma bacia hidrográfica de 700 quilômetros de extensão estão aptos a receber investimentos ligados à indústria naval. "Nossa estratégia é não concentrar toda a indústria num só lugar", afirmou.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Questionário para Inepar

Estamos organizando uma lista de perguntas para encaminhar à Inepar , com a finalidade de:

i)  Esclarecer eventuais dúvidas que surgirem por parte dos minoritários.
ii) Auxiliar a empresa a se aproximar do mercado , respondendo dúvidas de participantes que iniciaram os estudos do case agora.

Para isso , elabore sua pergunta e coloque nos comentários desse post, de preferência como Anônimo. Perguntas mal elaboradas ou mal intencionadas serão removidas.

Abs

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Divindendos e data das ações ex-dividendo







18/04) INEPAR (INEP - N1) - AGO/E - 02/05/2011 - 12hs - Distribuicao de 
dividendos
DRI: Cesar Romeu Fiedler

Aprovar as Demonstracoes Financeiras, referentes ao exercicio social/2010; destinacao do resultado do exercicio; eleicao dos membros do Conselho de Fiscal e fixacao da respectiva remuneracao; aprovar a remuneracao fixa global anual dos administradores da Companhia para o exercicio de 2011; e reforma do Estatuto Social da Companhia referente: (i) ao caput do Artigo 8 e no respectivo Paragrafo Primeiro para alterar o numero de membros da Diretoria, de 3 (tres) para 4 (quatro) membros, bem como individualizar o cargo de Diretor de Relacoes com Investidores; (ii) ao Artigo 12, especificamente as atribuicoes dos cargos. A Administracao da Companhia propoe a distribuicao de dividendos, nos valores de R$ 0,1033659/acao ON e R$ 0,1137025/acao PN, aos titulares de acoes na data da realizacao da Assembleia. Encontra-se a disposicao no site da BM&FBOVESPA (www.bmfbovespa.com.br), em Empresas Listadas, em Informacoes Relevantes, a integra da Proposta da Administracao. A partir de 03/05/2011, acoes escriturais ex-dividendo.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

O que esperar de INEP para os próximos 6 meses?

Por Marcos Elias 

Após ter recomprado parte do estaleiro, resolvido suas pendências com o BNDES, liquidada a dívida defaultada, tendo sido integrada ao N1 com Tag, e em vista dos vigorosos operacionais, o que esperar de INEPAR para os próximos meses? 

Faço aqui uma lista daquilo que entendo que será cumprido até 31/12/2011: 
- Integração dos 35% do capital da CDB restantes (estaleiro), hoje detidos para dentro 
da IESA, utilizando como troca entre IAP e IESA, assim como aconteceu neste TRI, títulos da dívida externa; 

- Extinção de holdings Energia e Telecom, a serviço do Cantidiano; 
- Compensação da totalidade da dívida fiscal com títulos da dívida externa. Estivemos 
em Brasília e Curitiba estudando e investigando a compra destes títulos: são líquidos, valem a mercado 50-60% do valor calculado, e já há inúmeros casos de certidões negativas de débitos alcançados através do pagamento com estes papéis; 
- Anúncio oficial de preparação de IESA para IPO, antecedida de troca de ações de INEP por IESA. Subsequente extinção de INEP;

Do lado operacional, podemos esperar joint-venture para prospecção de óleo & gás
em águas ultra-profundas com empresa de engenharia líder mundial no setor, sediada
na Europa Setentrional. Anúncio de JV com Mitsubishi para trem-bala.
Números em regime permanente: R$ 7B de backlog, para R$ 2 B de receitas e R$250MM de EBITDA. Entretanto, esperamos capex para expansão da capacidade, inclusive em Araraquara. Eventual aquisição das plantas operacionais de Bardella em Guarulhos, Sorocaba e Norte do país são uma possibilidade, dada a vontade dos controladores atuais de INEP gross-up business e questões de desmontagem para sucessão no caso Bardella. Guidance de EBITDA para IPO de IESA deveria mirar EBITDA de R$ 500MM.

No demais, entendemos que float convergirá para institucionais.

Edital de convocação para a Assembléia Ordinária e Extraordinária

INEPAR S/A INDÚSTRIA E CONSTRUÇÕES INEPAR EQUIPAMENTOS E MONTAGENS S/A
INEPAR ADMINISTRAÇÃO, BENS, SERVIÇOS E PARTICIPAÇÕES S/A INEPAR ENERGIA S/A FUNDAÇÃO INEPAR
Visite o nosso site: www.inepar.com.br
046 – Rev. 1 – Fev / 2002
INEPAR S/A - INDÚSTRIA E CONSTRUÇÕES
NIRE 35 3 0035492 3
CNPJ nº 76 627 504 / 0001 - 06
COMPANHIA ABERTA
ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA E EXTRAORDINÁRIA
EDITAL DE CONVOCAÇÃO
Ficam convidados os Senhores Acionistas desta empresa a se reunirem em Assembléia Geral Ordinária e Extraordinária, a realizarem-se no dia 02 de maio de 2011, às 12:00 horas, na sede social, localizada na cidade de São Paulo (SP), na Alameda Jurupis nº 455 - 10º andar, Bairro Moema, CEP 04088-001, a fim de deliberarem sobre as seguintes Ordens do Dia:
1 – Em Assembléia Geral Ordinária:
a) Exame, discussão e votação do relatório de Administração, das Contas e das Demonstrações Financeiras e o Parecer dos Auditores Independentes relativos ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2010;
b) Destinação do resultado do exercício; e
c) Eleição dos membros do Conselho de Fiscal e fixação da respectiva remuneração.
2– Em Assembléia Geral Extraordinária:
a) Aprovar a remuneração fixa global anual dos administradores da Companhia para o exercício de 2011; e
b) Reforma do Estatuto Social da Companhia referente: (i) ao caput do Artigo 8º e no respectivo Parágrafo Primeiro para alterar o número de membros da Diretoria, de 3 (três) para 4 (quatro) membros, bem como individualizar o cargo de Diretor de Relações com Investidores; (ii) ao Artigo 12, especificamente às atribuições dos cargos.
Instruções Gerais:
Os documentos pertinentes à ordem do dia encontram-se à disposição dos senhores acionistas da Companhia, em sua sede social, na sua página na internet (www.inepar.com.br), bem como nas páginas da Comissão de Valores Mobiliários – CVM (www.cvm.gov.br) e da BM&FBovespa – Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros S.A (www.bmfbovespa.com.br).
O acionista, seu representante legal ou procurador deverá comparecer à Assembléia, munido dos documentos hábeis de sua identidade e/ou representatividade, bem como de comprovante expedido pela instituição financeira depositária das ações de sua titularidade ou custódia com até 5 (cinco) dias antes da data da respectiva Assembléia. A representação por procuração deverá obedecer às determinações do § 1º do art. 126 da Lei nº 6.404/76.
São Paulo (SP), 15 de abril de 2011.
ATILANO DE OMS SOBRINHO DI MARCO POZZO
Presidente do Conselho de Administração Conselheiro

http://www.bmfbovespa.com.br/empresas/consbov/ArquivoComCabecalho.asp?motivo=&a mp;protocolo=286017&funcao=visualizar&site=B

terça-feira, 12 de abril de 2011

Divulgação da primeira parte do acordo com o BNDES


A Inepar S/A – Indústria e Construções “Companhia”, na forma do que dispõe a legislação vigente, torna público que está em estágio avançado com as negociações das dívidas das Organizações junto ao BNDES Participações S.A. – BNDESPAR e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES, tendo inclusive assinado no dia 22/03/2011 o contrato decorrente da primeira etapa informada na Ata de Reunião do Conselho de Administração de 28/02/2011, para pagamento a longo prazo da dívida no valor de R$ 166.049.885,21, na data-base de 16/06/2010, decorrente do Contrato de nº 98.6.132.1.2, celebrado em 16/06/1999. O referido contrato foi reescalonado para pagamento em 120 prestações mensais e sucessivas, atualizado pela taxa de juros da variação da TJLP mais 2,5% ao ano, com carência de 2 anos para o pagamento do principal, a partir de outubro de 2010, de acordo com o cronograma e percentual de parcela estabelecido no contrato. A dívida a ser equalizada na primeira etapa, poderá ser, a critério do BNDESPAR, utilizada em futuro aumento de capital e/ou com lançamento de bônus de subscrição de ações, desde que propostos em termos aceitáveis e condizentes com a política de recuperação de crédito do Sistema BNDES.
Com o reescalonamento da dívida acima, a Inepar S.A. Indústria e Construções adquiriu da BNDESPAR 44.997.530 ações preferenciais classe “A” representativas de 13,07% do total do capital da Inepar Energia S.A.


O saldo remanescente da dívida das Organizações junto ao BNDES, denominada segunda etapa, deverá ser concluída até o final deste semestre ou início do próximo, sendo:
I) Reescalonamento da dívida da Inepar Equipamentos e Montagens S.A., decorrente das debêntures de sua emissão, de acordo com o cronograma de prazo e percentual de parcela mensal a ser ajustado entre as partes;
II) A liquidação do saldo da dívida da Inepar S.A. Indústria e Construções, decorrente do contrato de financiamento de aquisição da participação acionária na empresa Centrais Elétricas Matogrossenses S.A.-CEMAT, depende da transferência daquela participação acionária. Por conta da implementação das negociações, com prazos viáveis de liquidação do passivo remanescente, a Administração da Companhia está convencida que a INEPAR terá novos níveis de rentabilidade, com situação financeira saudável.

São Paulo, 12 de abril de 2011.
Inepar S.A. Indústria e Construções
Cesar Romeu Fiedler
Diretor de Relação com Investidores

quinta-feira, 7 de abril de 2011

INEPAR (INEP3 e INEP4) aprova pagamento de dividendos aos seus acionistas

INEPAR S/A - INDÚSTRIA E CONSTRUÇÕES
CNPJ n.º 76 627 504 / 0001 - 06
NIRE n.º 33 5 0035492
COMPANHIA ABERTA
ATA DA 282ª REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REALIZADA
EM 31 DE MARÇO DE 2011


I - Data, Hora e Local: I.1. Aos 31 dias do mês de março de 2011, às 17 horas, sede da companhia, localizada na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Alameda dos Jurupis nº 455, 10º andar, Moema, CEP 04088-001, observado o disposto no artigo 6º, §8º, do estatuto social. II - Quorum: II.1. Presente a totalidade dos membros do Conselho de Administração. Registrando-se a presença dos membros do Conselho Fiscal: Pedro Adolpho Luiz Caldeira, e Adrian Monge Jara. III - Composição da Mesa: III.1. Na forma do Estatuto Social, assumiu a Presidência da mesa diretora dos trabalhos, o Sr. Atilano de Oms Sobrinho, o qual convidou a mim, Di Marco Pozzo, para servir de Secretário, ficando assim composta a mesa.

IV - Ordem do Dia: 
a) Análise das Demonstrações Financeiras do exercício social encerrado em data de 31 de dezembro de 2010;
b) Destinação no resultado apurado pela Companhia e a distribuição de dividendos; e
c) Fixação da data de realização da Assembléia Geral Ordinária.
V – Encaminhamento e Deliberações:
V.1 Analisando as matérias constantes da ordem do dia, o Conselho de Administração por decisão unânime deliberou:


a) aprovar as Demonstrações Financeiras do exercício social encerrado em data de 31 de dezembro de 2010, recomendando sua aprovação em Assembléia Geral Ordinária;

b) aprovar, ad referendum da Assembléia Geral Ordinária, a proposta da Diretoria de contabilização do resultado apurado pela Companhia, no montante de R$ 44.179.452,93 (quarenta e quatro milhões, cento e setenta e nove mil, quatrocentos e cinqüenta e dois reais e noventa e três centavos), dando a seguinte destinação: (i) R$ 2.208.972,65 (dois milhões, duzentos e oito mil, novecentos e setenta e dois reais e sessenta e cinco centavos), correspondentes a 5% (cinco por cento) do lucro líquido para Reserva legal; (ii) R$ 10.492.620,07 (dez milhões, quatrocentos e noventa e dois mil, seiscentos e vinte reais e sete centavos), correspondentes a 25% (vinte e cinco por cento) do lucro líquido ajustado para ser distribuído como dividendos aos acionistas, relativamente às ações existentes em 08/02/2011, data da última homologação do capital; (iii) R$ 31.477.860,21 (trinta e um  milhões, quatrocentos e setenta e sete mil, oitocentos e sessenta reais e vinte e um centavos) para ser destinado à conta de Reserva para manutenção de capital de giro;

c) Fixar a data de 02 de maio de 2011, para realização da Assembléia Geral Ordinária da companhia.

VI - Conclusão:

Encerrados os assuntos em pauta e nada mais havendo a ser tratado, foi encerrada a reunião, da qual foi lavrada esta ata que, lida e aprovada, será assinada pelos Senhores Conselheiros. (a.a) Atilano de Oms Sobrinho (Presidente), Di Marco Pozzo (Secretário), César Romeu Fiedler, Irajá Galliano Andrade, Valdir Lima Carreiro e Carlos Alberto Del Claro Gloger. Certifico que a presente é cópia do original lavrado no livro n.º 6 de Registro de Atas de Reuniões do Conselho de Administração da Inepar S/A Indústria e Construções.

Dividendos:
O valor para cada ação preferencial é de R$ 0,1137025, sendo 58.495.139 a quantidade total de ações preferenciais, perfazendo o montante de R$ 6.651.046,15. 
O valor para cada ação ordinária é de R$ 0,1033659 sendo 37.164.791 a quantidade total de ações ordinárias preferenciais, perfazendo o montante de R$ 3.841.573,92.
A forma e o prazo de pagamento dos dividendos e juros sobre capital próprio: Os dividendos deverão ser pagos em até 60 dias a partir da data de realização da Assembléia Geral Ordinária.

infos completas:
http://siteempresas.bovespa.com.br/consbov/ArquivosExibe.asp?site=C&protoco lo=284202
http://www.bmfbovespa.com.br/empresas/consbov/ArquivoComCabecalho.asp?motivo=&a mp;protocolo=284202&funcao=visualizar&site=B

Crédito mais barato em 30% para fornecedores da Petrobrás (uma excelente notícia para IESA/INEPAR)

Petrobras garante crédito a fornecedores

Fonte: Folha de S. Paulo
Data: 06/04/2011 09:31
Fornecedores da Petrobras estão usando contratos com a estatal para obter crédito para suas operações. Os pagamentos futuros estipulados nos contratos dão o lastro para os empréstimos.
Segundo a estatal, a modalidade tem potencial para movimentar entre R$ 3 bilhões e R$ 5 bilhões a partir de 2013 e deve abranger os 20 mil fornecedores de suprimento da estatal.
Criado em setembro de 2010, o projeto está em fase de testes. A iniciativa é uma parceria com os seis maiores bancos do país.
Em vez de garantias tradicionais para as operações, os bancos aceitam os contratos dos tomadores de empréstimo com a Petrobras.
Nessa primeira etapa, 20 empresas foram escolhidas para testar todo o processo e seis financiamentos já foram fechados. Os valores não são divulgados pela Petrobras.
Uma delas é a gaúcha Lupatech, fabricante de válvulas e equipamentos para o setor de petróleo e gás.
Com um contrato de R$ 1,45 bilhão fechado com a estatal no ano passado, a companhia obteve dois financiamentos, que somam R$ 120 milhões.
A taxa gira em torno de 3,2% ao ano mais CDI (taxa de empréstimo entre os bancos, que espelha a Selic).
O gerente de finanças da Petrobras, João Carlos Medeiros Ferraz, que coordena o programa, diz que o custo financeiro dos empréstimos caiu em torno de 30% em relação a financiamentos feitos pelos fornecedores usando garantias tradicionais.
A explicação para a redução é que o lastro nos contratos reduz o risco de inadimplência, segundo a estatal.
GARGALOS
Especialistas do setor afirmam que, se a tendência se concretizar, o modelo pode eliminar um dos gargalos da cadeia de petróleo e gás no país, que é a dificuldade dos fornecedores de obter crédito rápido e competitivo.
"Ajuda as empresas a obter capital e crescer no ritmo que precisam para atender a demanda", diz Tiago Oliveira, diretor de relações com os investidores da Lupatech.
A demanda na cadeia de fornecedores da Petrobras está em alta por causa do cenário de crescimento dos investimentos para a exploração da camada pré-sal.
Outro fator é a regra da ANP (Agência Nacional do Petróleo) que fixa em 65% o conteúdo a ser produzido no Brasil das novas instalações petrolíferas.


terça-feira, 5 de abril de 2011

Mais demanda do mercado para nossa Andritz-Inepar

Depois do fornecimento para Belo Monte confirmado e da inauguração do único laboratório de testes de turbinas do Brasil (Laboratório de Ensaios de Modelos Reduzidos para Turbinas Hidráulicas, é o primeiro laboratório universal construído no Brasil, projetado e operado por um fabricante, inaugurado em novembro de 2010 - mais info em: http://www.andritz-hydro.com.br/node/134) mais oportunidades para Andritz-Inepar são evidenciadas no noticiário:

Folha de S. Paulo 05/04/11
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mercado/me0504201101.htm
Mercado Aberto
Governo pretende licitar mais usinas no fim de 2011 
O governo pretende licitar outras usinas hidrelétricas no final deste ano.
Serão 13 projetos de pequenas hidrelétricas, se saírem as licenças prévias ambientais.
A potência estimada varia de 56 MW, a menor, de Estreito, no rio Parnaíba (Piauí), a 700 MW, de São Manoel, em Mato Grosso.
Os leilões ainda não têm data marcada porque dependem da licença, segundo Maurício Tolmasquim, presidente da EPE (Empresa de Pesquisa Energética).
"Além da área ambiental, há sempre dificuldades com a Funai", diz Tolmasquim.
"Não permitem que as usinas fiquem próximas das reservas indígenas. A licença prévia, quando concedida, indica que há viabilidade ambiental, o que inclui o "ok" da Funai", diz.
O próximo grande projeto do governo depois de Belo Monte é São Luiz do Tapajós, para o final do ano que vem, também sem previsão de licença.
Em julho, deverá haver leilão de térmicas e PCHs (pequenas centrais hidrelétricas) para 2014. No final do ano, serão leilões para energia para 2016.
Tolmasquim afirma que as térmicas a gás vão voltar. No próximo leilão de contratação de energia elétrica, previsto para daqui a três anos, denominado A-3, haverá a participação destacada de usinas termelétricas a gás.
Segundo Tolmasquim, a situação atual do gás no Brasil está diferente de há alguns anos, quando não havia gás suficiente para a indústria e para as térmicas.


03/04/2011 - 07h29 | da Folha.com
Em clima eleitoral, Peru lança PAC e beneficia brasileiros

A poucos meses de deixar o cargo, o presidente do Peru, Alan García, baixou decretos para facilitar investimento privado em 33 grandes projetos de infraestrutura, num "fast track" para o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) do país.
Grandes empresas brasileiras, algumas delas as maiores doadoras da campanha eleitoral do Peru, estão entre as grandes interessadas nesse "PAC peruano".
No próximo domingo, ocorre o primeiro turno da eleição presidencial no país.
Empresas como a Odebrecht já atuam ou têm interesses nas obras do pacote de "necessidade nacional e de execução prioritária", cujo custo é estimado pelo governo em US$ 9 bilhões.
O PAC peruano foi alterado para incluir o item "energia das novas centrais hidrelétricas". O ponto é estratégico para o Brasil, que assinou pacto em 2010 para construir ao menos seis usinas de uso compartilhado na selva peruana, investimento que pode chegar a US$ 16 bilhões.
Ao menos três dos cinco candidatos com chances ir ao segundo turno prometeram revogar o "fast track" (via rápida) de García: Alejandro Toledo (centro-direita), Keiko Fujimori (direita) e Ollanta Humala (esquerda).
"O governo está tratando de hipotecar o país", afirma Daniel Abugattás, um dos porta-vozes da campanha de Ollanta Humala.
A pedido de um grupo de congressistas, o Tribunal Constitucional está avaliando se a via rápida de García viola a Constituição.
O Brasil entrou em cheio na eleição quando as construtoras brasileiras Camargo Correa e Queiroz Galvão apareceram como as maiores doadoras, até agora, da campanha do ex-presidente e candidato Alejandro Toledo.
As somas não são altas para os padrões brasileiros (menos de US$ 100 mil no primeiro caso e pouco mais de US$ 200 mil no segundo), mas foram suficientes para desatar uma discussão sobre conflitos de interesses com o "novo imperialismo" do sul.
NEGÓCIOS DO BRASIL
As hidrelétricas no PAC de García são só uma fatia dos negócios brasileiros no país.
Segundo estimativas compiladas entre as empresas, as múltis brasileiras têm investimentos de US$ 3,5 bilhões a US$ 5 bilhões no Peru, mas esse número deve triplicar com outras obras públicas no país. Os investimentos se concentram em mineração, construção e energia.
"De 2005 para cá, o ambiente político, econômico e de negócios do Peru mudou muito. Fechamos contratos importantes e passamos a atuar como concessionária das obras executadas", diz Breno Saldanha, diretor da Andrade Gutierrez no Peru.
"Hoje, o Peru tem a maior taxa de crescimento da região, instituições fortes e muita disposição para atrair investimentos", completa.
A Odebrecht, por exemplo, está há 31 anos no Peru. A empresa já fez 54 obras no país e hoje participa de projetos que representam investimentos de US$ 4,4 bilhões --entre eles, a rodovia interoceânica, que conectará o Brasil à costa do Pacífico.




segunda-feira, 4 de abril de 2011

mais gestores de olho no turnaround de INEPAR

Inepar

Há tempos apontada como uma promessa, a Inepar (INEP4) é outra candidata a se tornar uma small cap constante no radar do mercado. Esta é a visão de Eduardo Cavalheiro, gestor do fundo de small caps da Rio Verde Corretora. "A Inepar é em uma empresa com risco mais elevado, vale menos que R$ 500 milhões, mas tem um grande potencial de negócios pela frente, principalmente por causa da carência de investimentos em infraestrutura no Brasil. Mas é uma empresa que tem um passado turbulento, então oferece risco", destaca Cavalheiro. "A Inepar pode vir a se tornar uma small cap bem conceituada se ela atender a estas expectativas do mercado. Vejo um potencial enorme para ela daqui para frente", completa o gestor.

Mesmo com esta visão positiva sobre a companhia, Favrin, do HSBC, lembra que é preciso cuidado. "Eu evito falar em empresas específicas. Veja bem, é muito difícil você separar sua análise da sua posição – aquilo que você está comprado efetivamente. Então, o cara vai elogiar o papel que ele está comprado. E, talvez, não vai ter uma visão tão positiva em relação ao papel que ele ainda não tenha. Estou falando sob o ponto de vista de um gestor. Por isso, evito falar de nomes em particular", disse.

O diretor do HSBC Global Asset Management, contudo, avalia que teremos vários exemplos nos próximos anos de small caps vencedoras. Só que, por outro lado, segundo o executivo, teremos também aquelas que vão frustrar o mercado. "Você tem os dois lados da moeda. De um lado uma companhia como a Hering, que cresceu fortemente, mas por outro lado companhias das quais eu não vou falar, pois seria anti-ético, mas que frustraram o mercado. Foram empresas que vieram com um discurso, prometeram, mas não entregaram. Você vai ter os dois exemplos", concluiu.

fonte: http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2076163&path=/investimentos/

Análises em vídeo da Empíricus e da Capital Markets:

Abaixo, destacamos as análises dos programas semanais "Na Mira" (gestor Joaquim Paiffer), bem como da Empíricus, sobre INEP4. São realmente imperdíveis!

YOUTUBE:
http://www.youtube.com/user/ProgNaMira#p/a/u/0/Izwso1uP-YQ
http://www.youtube.com/user/ProgNaMira#p/a/u/1/JhGIiQLPpDc
http://www.youtube.com/user/VideosEmpiricus#p/a/u/0/Ti6BbHiQa6k

VIMEO:
http://vimeo.com/21933242
http://vimeo.com/21921668
http://vimeo.com/21925814

Nas referidas análises é indicado o nosso fórum na ADVFN com elogios.

Aproveitamos a oportunidade, em nome do fórum, para agradecer os gestores da Empíricus e da Capital Markets pelas carinhosas palavras e pelos elogios.

Vídeo da Empíricus posicionado no momento dos elogios:
http://www.youtube.com/user/VideosEmpiricus#p/a/u/0/Ti6BbHiQa6k&t=660