* Parte do mercado tem do Atilano uma visão negativa por erros cometidos no passado. O Blog não concorda com essa visão. Segue abaixo uma nota sobre o Atilano do sócio Kimez publicada no fórum do Abdon na advfn.
" Sobre o Atilano Empresário e a Volta Por Cima da Inepar
Quero dizer que meu pensamento sobre o Atilano é amplamente positivo. Já disse várias vezes aqui no forum, quando falam coisas contra o Atilano, que ele é driver da empresa. Que ele é solução, e não problema. Para mim, quanto mais sei sobre ele, mais confortável fico posicionado na empresa.
Como estou fazendo aniversário de sócio da empresa agora em novembro, o que sei sobre ele serve de base para tirar conclusões cada vez mais importantes e definitivas.
Quando a empresa estava endividada, no auge da dificuldade, o Atilano não usou as benesses da lei para prejudicar os credores e com isso salvar a empresa( Jamais usou o recurso da Recuperação Judicial!). Ponto pra ele!
Quando o BNDES e fundos quiseram assumir a empresa, o Atilano deu testa e manteve a empresa, assumindo os riscos de sua decisão. Pelo que é a empresa hoje, mais uma vez ponto para o Atilano.
Maquiavel diz que a principal atribuição de um Príncipe é manter a unidade do Estado; por analogia, digo que a principal atribuição de um Empresário é manter e fazer prosperar sua unidade de negócio, sua empresa. Ponto para o Atilano.
Na dificuldade em que se encontrava a Inepar, Atilano foi genial. Cumpriu sua missão primária de salvar a empresa, e, além disso, foi capaz de tomar decisões acertadas com relação ao futuro. Iesa, Iesa Óleo & Gás, AHI, TIISA, InnoVida são provas irrefutáveis disso. Ou seja, as dificuldades do presente não tiram do Atilano a clareza de visão do futuro. Ponto para o Atilano.
Os títulos de Dívida fazem parte do contexto de Mercado em que estados e empresas se financiam. São ativos financeiros dos primórdios da organização empesarial e do surgimento dos estados nacionais.
A posse de Títulos Públicos, no Brasil, nem sempre foi um bom negócio, mas pelo cotrário( o Estado tungando os investidores ). Quando das privatizações, efetivamente foi uma baba. Bancos, Concesscionárias de Energia, Telecomunicações, Mineradoras... foram pagos com eles. Aí houve ganho para os investidores. Mas tudo normal, nada de errado em deter a posse dos títulos, tanto os de aquisição primária quanto os adquiridos no mercado secundário.
No encontro da Empiricus com empresários, o Atilano, em vez de exibir arrogância pelo trabalho exitoso, optou por falar das dificuldades do passado, que teve vergonha quando não tinha dinheiro para honrar a folha de salários. Ponto duplo para o Atilano.
Nesse mesmo Encontro, qualquer um falaria e demonstraria o futuro que se avizinha, qualquer um atrairia para si os holofotes em decorrencia da situação atual da empresa como resultado do seu trabalho, como autopromoçao. Ele optou em realçar as barreiras que transpôs para chegar até ali. Ponto para o Atilano.
Atilano provavelmente será objeto de estudo quando a empresa despontar no Mercado totalmente saneada e vencedora. Até arrisco dizer que o retorno com o nome Inepar tem um gostinho especial para ele.
Está totalmente provado que Atilano tem DNA de empresário; de empresário que realmente produz; de empresário antenado no seu negócio; de empresário que trabalha o presente e opera o futuro; de empresário que cumpre o seu papel, qual seja, de manter Viva sua empresa.
Por pensar assim sobre o Atilano, por acreditar que não vale a pena ganhar um CDI anual, por não reconhecer qualquer mérito em quem o critica, pelas evidências de que Inepar é case resolvido... transferi minha posição defensiva para Inepar, de modo que ela é cem por cento de minha carteira.
Até gostaria que o Atilano fizesse um encontro anual para falar aos acionistas sobre as perspectivas da empresa.
É isso."
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