(Em atualização)
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CONCLUÍDA LICITAÇÃO DOS 2 PRIMEIROS TRECHOS DA FERROVIA OESTE-LESTE
28/set/2010 . 11:41
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[27.10.2010] 17h32m / Felipe Maciel
P-58 e P-62 na diretoria
A área de E&P da Petrobras deve levar à diretoria da empresa nos próximos 15 dias a conclusão das negociações com a Queiroz Galvão eo consórcio Iesa/Camargo Corrêa para as obras de integração das plataformas P-58 e P-62, que serão instaladas nos campos de Baleia Azul e Roncador, na Bacia de Campos.
A empresa eo consórcio foram os melhores colocados na concorrência realizada pela petroleira e estão prevendo a integração das unidades em Rio Grande e em uma área próxima ao Estaleiro Atlântico Sul, em Suape.
O preço da Queiroz Galvão para a P-58 ficou em US$ 549,1 milhões. Já o consórcio Iesa/Camargo Corrêa apresentou proposta no valor de US$ 554,311 milhões (R$950 milhões) . Os envelopes preço foram abertos no fim de setembro e as empresas estão negociando no momento com a Petrobras.
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HOMOLOGAÇÃO DE LICITAÇÃO, ADJUDICAÇÃO
E EXTRATO DE CONTRATOS
Processo 5782927701-TIISA – TRIUNFO IESA INFRA-ESTRUTURA S.A.-Execução
de serviços de projeto, fornecimento e instalação de barreiras acústicas
no elevado entre as estações Sé e Bresser da Companhia do Metropolitano
de São Paulo – Metrô-Valor: R$ 34.020.000,00-Base: 01/07/10-Prazo: 36 meses-
Reajuste: Pl.Real, SMN, DE 48326/03-IPC/FIPE-Modalidade: Pregão Eletrônico-
Data Ass: 27/08/10
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(http://www.quip.com.br/)
A QUIP recebeu o desafio da PPTBV (Joint Venture Petrobras e Chevron) de tornar-se a 1ª companhia brasileira de construção offshore a fazer uma plataforma desde o projeto básico até a operação dos três primeiros anos. Ao mesmo tempo em que estávamos lisonjeados de termos sido os escolhidos pela PPTBV para este desafio, entendemos que este trazia junto uma enorme responsabilidade. Responsabilidade esta que assumimos com dedicação e uma vontade muito grande de mostrarmos ao nosso cliente que apesar de apenas cinco anos de existência a QUIP tem a competência e a maturidade realizar esta tarefa.
O contrato, da ordem de 1.300 milhões de U$D foi assinado em parceria com a norueguesa BW Offshore formando a Joint Venture JV-P63 onde temos aproximadamente 75% do contrato. A P-63 atenderá à PPTBV por 25 anos.
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A IESA Óleo e Gás, em consórcio com a Queiroz Galvão e com a Galvão, será a responsável pela construção, na modalidade EPC, das unidades de hidrotratamento (UHDT) de destilados médios e de querosene de aviação (QAV) do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj).
O contrato entre as empresas e a Petrobras foi assinado no dia 10 de setembro, na sede da estatal. Participaram da cerimônia o diretor de Abastecimento e Refino da Petrobras, Paulo Roberto Costa; toda a equipe do Comperj; diretores da Queiroz Galvão e da Galvão; e José Eduardo Figueiredo, Otto Sparenberg e Almir Silveira e Souza, representantes da IESA O&G.
O Consórcio, com duração de 990 dias, será denominado QGGI. O contrato, com o valor de R$ 977,8 milhões, será gerenciado por Diógenes Queiroz.
A UHDT é responsável por retirar as impurezas, inclusive enxofre, das correntes tratadas. Durante a fase construção da unidade, há expectativa de serem gerados de 1650 a 1950 empregos diretos no pico da obra.
Durante a fase inicial do projeto, a equipe da Engenharia, Suprimento e Gerenciamento ficará em Niterói, em instalações na rua Visconde de Uruguai, 482, Centro.
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http://www.usuport.org.br/noticia.php?id=2454
08.10.2010
Empreiteiras baianas ficam fora da construção da Ferrovia Norte-Sul
A Valec dividiu a licitação em cinco lotes para um trecho de 669 km da ferrovia Norte-Sul, que ligará Ouro Verde (GO) a Estrela d'Oeste (SP). O lote 1, no valor de R$ 387,7 milhões, ficou com o grupo Aterpa e Ebate; saiu vencedor do lote 2, com R$ 372,8 milhões, o consórcio Ferrosul (Queiroz Galvão e Camargo Corrêa), também ganhador do lote 3 (R$ 632,9 milhões); o lote 4 foi ganho pelo consórcio Constran, Egesa e Carioca (R$ 520 milhões) e o lote 5 coube à Tiisa Triunfo Iesa Infraestrutura (R$ 434,3 milhões).
Fonte: Bahia Negócios
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DE BRASÍLIA - O governo Lula decidiu priorizar fornecedores com unidades no país e escolheu um consórcio de três empresas europeias e uma indústria da Argentina para encomendar os equipamentos da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará.
Elas ganharam a disputa pelo contrato de R$ 5,3 bilhões após competirem com chineses, japoneses e russos (para quem pesou contra a falta de fábricas no país). Segundo a Folha apurou, a decisão foi tomada ontem pela Eletrobras e deve ser formalizada na próxima semana.
Das 18 turbinas de grande porte, 14 serão fornecidas pelo consórcio formado pela francesa Alstom, a austríaca Vatech Andritz e a alemã Voith Siemens. Elas serão responsáveis também pelas seis turbinas de menor porte.
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Mais algumas obras em exucação pela TIISA em 2010
http://www.tiisa.com.br/obras.html
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