domingo, 28 de novembro de 2010

Andritz Hydro Inepar na Folha de S. Paulo

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ribeirao/ri2811201009.htm

Empresa monta laboratório de R$ 15 mi para turbinas 

Circuito de Araraquara, o primeiro privado no Brasil, reproduz uma usina hidrelétrica para teste de eficácia

Andritz Hydro Inepar fornece equipamentos para as usinas de Santo Antônio, Belo Monte e Jirau, na região Norte 

VENCESLAU BORLINA FILHO
DE RIBEIRÃO PRETO

A holding Andritz Hydro Inepar, fornecedora de boa parte das turbinas para as usinas hidrelétricas de Belo Monte, Santo Antônio e Jirau, no Norte do país, investiu R$ 15 milhões na implantação em Araraquara do primeiro laboratório privado do Brasil para desenvolvimento de turbinas hidrelétricas.

O espaço reproduz uma hidrelétrica de verdade, só que em tamanho muito menor.
O laboratório foi construído em uma área de 1.200 metros quadrados localizada dentro do parque industrial da Iesa, uma das empresas subsidiárias do grupo.
No local, serão desenvolvidas diversas turbinas hidráulicas, em tamanho dez vezes menor do que as peças verdadeiras, para que possam ser feitos testes de performance e aumentar o rendimento dos equipamentos também fabricados no local.

De acordo com o diretor técnico da holding, Nelson Montagnana, os aumentos na demanda por energia elétrica e nos investimentos para o setor energético nacionais pressionaram o investimento em pesquisa.
Até então, o desenvolvimento de turbinas era realizado somente no exterior.

PRODUÇÃO
Hoje, a Iesa fabrica 12 turbinas e geradores para a hidrelétrica de Santo Antônio e oito para a usina de Jirau.
Ambas estão localizadas no Rio Madeira, no Estado de Rondônia, situadas respectivamente a 10 e 150 quilômetros de Porto Velho.
Em Araraquara, estão sendo produzidas três turbinas e geradores para a usina hidrelétrica de Mauá, no rio Tibagi, entre os municípios de Telêmaco Borba e Ortigueira, no Paraná.

Também estão em fabricação duas turbinas para a usina de Batalha, no rio São Marcos, entre os Estados de Goiás e Minas Gerais.
O próximo contrato a ser fechado será para a produção das oito turbinas para a usina de Belo Monte, localizada no rio Xingu, próximo a Altamira, no Pará.
Todas as obras estão incluídas no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), do governo federal.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Instalação da Andritz Hydro Inepar é a primeira do país capaz de testar modelos reduzidos de turbinas.

INEP3 e INEP4


AHI inaugura laboratório
A Andritz Hydro Inepar (AHI) inaugurou nesta quinta-feira (11/11) o primeiro laboratório universal de ensaios de modelos reduzidos para turbinas hidráulicas do Brasil. Localizada no parque industrial da Inepar, em Araraquara (SP), a instalação demandou investimento de R$ 15 milhões. O laboratório vai ser utilizado também para treinamento de mão-de-obra de clientes e convênios com instituições de ensino da área de engenharia hidráulica, disse o presidente da empresa, Julian Garrido.

A perspectiva é que o laboratório comece a operar efetivamente já partir do projeto da usina de Belo Monte. O EnergiaHoje apurou que as seis máquinas bulbo, de 38,8 MW cada, previstas para a barragem menor do empreendimento, denominada Pimental, deverão ficar por conta da AHI.

A empresa deverá fornecer também três turbinas para a barragem principal, projetada para 18 unidades, de 611,1 MW cada. A Alstom produzirá sete, e Voith Hydro, quatro. As demais ficam com a Impsa. A expectativa é de que o contrato de fornecimento das turbinas seja firmado ainda este ano.

AHI tem R$ 1,5 bilhão em equipamentos em produção no parque de Araraquara, dos cerca de R$ 2 bilhões que possui na carteira de encomendas, conta o presiente da filial brasileira, Sérgio Parada. Estão em fabricação componentes para Santo Antonio, Jirau, Mauá, Batalha, Paracambi e São Francisco Verdadeiro. A linha está com carga total e cerca de 30% das peças foram deslocados para fábricas parceiras como Delpi, Usimec, Brumasi e CIE, sendo esta última localizada no Paraguai.

Só em 2012 haverá espaço para novas encomendas. A AHI já fechou exclusividade com a Suez para fornecer equipamentos para a futura usina Teles Pires, caso saia vitoriosa no A-5. Para outro grupo de nome não revelado, a AHI prepara proposta para a hidrelétrica Sinop, também do rio Teles Pires. 

Fonte: http://www.energiahoje.com/online/eletrica/hidro/2010/11/11/421058/ahi-inaugura -laboratorio.html

fundos de investimento geridos pela CSHG (Fundos CSHG) atingiram a participação relevante de 5,03% do total de ações ordinárias emitidas pela Inepar S,A Industria e Construções

INEP3 e INEP4
COMUNICADO AOS ACIONISTAS
DA INEPAR S.A. INDÚSTRIA E CONSTRUÇÕES 

Comunicamos aos acionistas da INEPAR S.A. INDÚSTRIA E CONSTRUÇÕES e ao mercado em geral, bem como em atendimento ao disposto no artigo 12 da Instrução da CVM nº 358, de 03/01/2002, que recebemos correspondência subscrita pela CREDIT SUISSE HEDGING-GRIFFO ASSET MANAGEMENT S.A. e CREDIT SUISSE HEDGING-GRIFFO SERVIÇOS INTERNACIONAIS S.A., datada de 11/11/2010, cujo teor é o seguinte:

“CREDIT SUISSE HEDGING-GRIFFO ASSET MANAGEMENT S.A., inscrita no CNPJ/MF sob o nº 68.328.632/0001-12 e CREDIT SUISSE HEDGING-GRIFFO SERVIÇOS INTERNACIONAIS S.A., inscrita no CNPJ/MF sob o nº 06.073.922/0001-05 (em conjunto denominadas "CSHG"), vem COMUNICAR ao mercado em geral que investidores não residentes e fundos de investimento geridos pela CSHG (Fundos CSHG) atingiram a participação relevante de 5,03% do total de ações ordinárias emitidas pela Inepar S,A Industria e Construções, equivalente a 1.566.877 ações dessa espécie e que corresponde a 2,28% do capital social. Atualmente os investidores geridos pela CSHG detêm 0,46% do total de ações preferenciais emitidas pela companhia, que corresponde a 174.300 ações.Considerando as ações ordinárias e preferenciais detidas pelos Fundos CSHG, a participação total no capital social corresponde a 2,53%.”

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

acessem: www.iesa3.com.br

Sócios de inepar, por favor, acessem o site www.iesa3.com.br
Ativismo em INEP3/4 - Em Busca do Estado-da-Arte em Governança Corporativa para INEPAR
Se você detém ações de Inepar Indústria & Construções (INEP3/4) para o longo prazo, e entende que a empresa se beneficiará grandemente se aprimorar suas práticas de governança corporativa, por favor preencha este formulário que segue. Esta iniciativa se inicia com a coleta destes dados e se desdobrará de forma a que os minoritários preferencialista e ordinaristas da INEPAR possam se comunicar em um fórum de idéias, atuar de forma conjunta junto à empresa, buscando – ativamente – ocupar assentos nos Conselhos de Administração e Fiscal, e influenciar, legitimamente, na estratégia da companhia. Este esforço é uma iniciativa liderada pela Galleas Asset Management, em nome de um grupo importante de investidores, e que terão seus nomes divulgados em tempo exíguo. Portanto esta iniciativa que aqui se coloca representa este bloco de investidores, não sendo um esforço isolado da Galleas. A Galleas não visa auferir quaisquer taxas de administração, performance ou consultoria a partir desta iniciativa.

Objetivo 1 (até 30/11/2010): Criar o mais completo banco de dados de acionistas minoritários de Inepar

Objetivo 2 (até 30/03/2011): Fazer com que os minoritários sejam representados nos Conselhos de Administração e Fiscal da Inepar Indústria & Construções, na proporção de suas participações no capital total da empresa, equipando-a, inclusive, com Conselheiros Independentes. Neste contexto, e dada a composição acionária da empresa, os minoritários poderão vir a ocupar até quatro de cinco assentos no CA.


Inepar: No que Acreditamos

Por Galleas & Investidores

Um dos maiores atos coragem intelectual dos últimos 100 anos foi o fato de Bertrand Russell, eminente matemático e prêmio Nobel de Literatura, ter publicado o livro “No que Acredito”. Fica como recomendação.

Expor as próprias idéias é expor-se integralmente. É desnudar-se em público.

E de certa forma, guardada a distância adamastórica que separa os personagens, queremos aqui fazer o mesmo, em relação à Inepar e aos seus controladores.

Duas razões para isso:

a) é nosso dever como gestor, e é nosso dever como analista; e

b) entendemos sim que as ações de Inepar sejam uma grande e rara oportunidade para multiplicação do capital investido em bolsa, e queremos alertar nossos clientes e informar nossos cotistas sobre esse racional.

Tão somente isso.

Nunca recebemos 1 centavo de fé da companhia, embora tenhamos feito muito pela empresa, no nosso entendimento. Nosso único incentivo é a apreciação das ações. Detemos, em nossos veículos, aproximadamente 4 milhões de ações e pretendemos nos manter posicionados desta forma por 10 anos ou mais.

Neste contexto, e assim como sempre o foi para este caso, a Galleas e a Empiricus consorciam das mesmas convicções em relação à Inepar.

Não falemos do passado, dos investimentos em Telemar e na Banda B de telefonia, em Celpa e Cemat, da liderança do Projeto Iridium ao estresse de 2001, e na grande recuperação da companhia, porque todos nós, em maior ou menor grau, já conhecemos as glórias e as agruras destes destemidos empresários curitibanos.

Tampouco nos detenhamos excessivamente do desempenho presente da empresa: esperamos que a companhia feche o ano com backlog de R$ 4,4 bilhões, receitas de 1,5 bilhão e margem EBIT de 9%. Entendemos que, para 2011, a companhia ultrapasse os R$ 5 bilhões de backlog. Ponto.

E ainda também não nos delonguemos com os valores a serem destravados pela empresa, pois hoje todos os conhecemos: (1) a reestruturação da dívida com o BNDES, que, no nosso julgamento, está assinado e sai este ano (termos idênticos ao que o BNDES fez com a LLX, inclusive quanto aos mecanismos de bônus); (2) o IPO de IESA e (3) a reestruturação do passivo tributário. Basicamente, é isso.

Confúcio dizia que “aqueles que são sábios não fazem previsões e aqueles que prevêem não são sábios”. Não somos sábios. Talvez sejamos inteligentes, mas definitivamente – digo isso por mim – não sou sábio. O sábio é um homem prudente, e nós não somos prudentes. Somos hungry. Somos foolish. Assim como nos advertiu Steve Jobs. Então, assim sendo, entendemos que a INEP4 fecha o ano acima dos R$ 6,00 e que vale R$ 15,00 se olharmos para os próximos 18 meses.

Falemos do futuro. Falemos do caminho que gostaríamos que a companhia seguisse para desfrutar de seu pleno potencial econômico. Listemos o que está certo. E o que, no nosso entendimento, está errado. Desmontemos os mitos. Parece uma proposta arrogante, mas eu venho estudando essa companhia há 10 anos e não tenho nenhum medo de não estar certo neste tocante.

O que é um mito:

- Que o Atilano é ladrão: ele não é. Você talvez seja mais ladrão do que ele. É honesto. É um gênio. Um dos maiores costuradores de alianças do planeta. Tido por Craig McCaw, fundador da Nextel, como um dos homens que mais entende de telecom no Planeta Terra. Sua fama de ladrão emana de duas vertentes: (a) eles sofreram um grande viés financeiro e quando se “quebra” não se paga as contas e ninguém fica feliz com isso e (b) ele confunde a Inepar com ele mesmo. Já vi ele tomar grana no cheque especial na física para enfiar no caixa da empresa. Possivelmente, deve entender que o caixa da empresa pode servi-lo também. Apenas isso. Aqui, quanto ao caráter e à magnitude dos eventos, não há nada com o que se preocupar;

- Que o Atilano não gosta de sócios e não estuda a venda da empresa: em 2001, ele entregou a empresa aos fundos de pensão, que a devolveram. Ao preço justo, ele vende o controle sim. A um preço talvez mais baixo do que o justo, ele vende parte da companhia para um estratégico importante sim.

O que está certo:

- O Atilano como grande lobista para a companhia, atuando como Presidente do Conselho de Administração. Esse cara é essencial;

- Os Srs. César Romeu Fiedler e Valdir Lima como presidentes da IESA e da IESA Óleo & Gás. São profissionalíssimos. Competentíssimos;

O que está errado:

- A área de RI da empresa. O Sr. Dionísio Leles está isolado aqui em São Paulo. Já me confessou pessoalmente isso: que não se comunica bem com “o pessoal de Araraquara”. Este sujeito é um herói, mas uma área de RI é feita por pessoas, processos e tecnologia. E não de esforços pontuais. É necessário se contratar urgentemente uma FIRB da vida. Fazê-lo em uma semana, não mais tarde do que isso. É preciso contratar 4-5 bons analistas para RI, formado nas melhores universidades do país. Pagar salários acima do mercado para estes profissionais.

- A área administrativa, jurídica e contábil da companhia. Visite a empresa em Curitiba: é menor do que a Galleas! Falta gente! O Manacésar e o Di Marco estão sozinhos lá! Não é possível processarem todas as demandas que a instrução CVM 400 exige para o leilão de sobras em tempo adequado. Se presta ao cômico a falta de recursos desta importante parte da empresa.

- O medo que a IESA tem da INEPAR. IESA, per se, “não existe”. IESA é 100% Inepar. Os executivos da IESA têm problemas existenciais: eles negam que sejam Inepar. Um dos diretores da IESA chegou a falar para mim que “a INEPAR é coisa do Peteco (Jauvenal de Oms, irmão do Atilano) e do Dionísio”. Não é! Com a crise dos últimos 10 anos, é fácil entender o porquê do isolamento: como estratégia de sobrevivência, a IESA “se afastou” da INEPAR. E deu certo! Hoje, em qualquer unidade da empresa, não há uma única caneta ou papel com o timbre “Inepar”: todos com o logo “IESA”. Mas a Inepar não está mais em crise, e é uma companhia totalmente reestruturada sob o ponto de vista operacional, contando com o maior chão de fábrica do hemisfério Sul do Planeta, de 180 mil m2 de área construída, além de expansão, e finalizando seu turnaround financeiro. A IESA não pode comportar-se como uma veterana de guerra! A Guerra acabou e vocês venceram! Recriaram uma empresa cortejada pelo Eike Batista toda a semana! Parabéns! Mas, acabou! É hora dos senhores César e Valdir começarem a atender decentemente o Dionísio. É urgente retirar o Sr. César Fiedler do cargo de diretor de RI. É preciso contratar um diretor de fato e locá-lo em São Paulo. É preciso que este RI seja também um I de Institucionais e não I de Investidores.

- A empresa ainda ter dívida em default. Isso deve ser extinto imediatamente, e ao que me consta é apenas algo como R$ 30 milhões para o IRB. Se for para pagar multa, mora, juros sobre juros e etc. e tal, que se pague. Uma empresa séria não tem dívida de 10 anos defaultada. Desejamos que em 31/12/2010 a empresa esteja completamente limpa. Os sócios da IAP tem dinheiro. O arrendamento do antigo porto Ishibrás (que infelizmente está fora da Inepar. Esta fora e SadeFem dentro. Que azar, hein!) lhes rende R$ 4 milhões por mês. Injetem grana na companhia: paguem estas dívidas. Ou usem o caixa: em 2 anos, aconteceram dois aumentos de capitais, montando em quase R$ 200 milhões (que foram sucessos estrondosos em ano ruim de Bolsa, e vocês, senhores controladores, devem sim esse sucesso, em grande monta, à Galleas). Não deve haver mais aumentos de capitais. Devem sim ser aplicados com sabedoria os recursos já captados.

- O ressentimento do Sr. Jauvenal de Oms em relação ao mercado de capitais. O que aconteceu, aconteceu Peteco! Justifica-se sua raiva e ódio em relação aos fundos de pensão que lhes acompanharam por anos, ausentes, omissos e incompetentes. Seus novos sócios não são assim. Não nos trate como se fôssemos um deles. Estamos aqui para ajudar. Equipe a sua área. Ela está irresponsavelmente desprovida de recursos humanos. O sucesso da Inepar, desta retomada, não é somento do Atilano, não. É teu grande mérito. No ápice da crise, vocês chegaram a dever R$ 4 bilhões, e agora? Talvez um décimo disso, e quem conseguiu tal hercúlea missão: você. Você e o Natal. Jaunenal: você tem conduzido um dos mais bem sucedidos turnarounds de companhia privada da história do Brasil. Orgulhe-se disso. Mas se você nos dispensar o tratamento “fundo de pensão”, nós vamos lhe dispensar o tratamento Daniel Loeb.

O que deve ser feito:

- A holding IENG (Inepar Energia) deve ser extinta após venda da participação de CEMAT ao BNDES, incorporando à Inepar o contrato que a IENG tem com o metrô;

- A holding INET deve ser extinta, ou aproveitada para o IPO de IESA;

- Deve ser feito imediatamente o IPO de IESA no Novo Mercado. Só serve se for no Novo Mercado;

- Deve ser respeitado o movimento dos minoritários. Vocês da Inepar deveriam ter evitado aquele comunicado grosseiro que publicaram no site da Inepar, condenando o artigo no Brasil Econômico. O que os minoritários fazem e farão não é da conta de vocês. Vocês devem dar graças a Deus por terem dezenas de milhares de acionistas que querem o bem da empresa, muitos deles devotando, sem qualquer incentivo especial, mais tempo de seus dias do que o fazem alguns dos sócios controladores. Outra: quando forem escrever algo, caprichem no português. Há 8 erros no texto publicado, começando com a vírgula mal colocada logo no início. Mostrem classe! Respeitem os outros! Não se pronunciem sobre o que não lhes cabe. Se viessem a público, a respeito da matéria, dizer-nos “a empresa está concluindo o processo com o BNDES e está atenta a todas as possibilidades para destravar valor aos acionistas, e agradece aos minoritários que tem devotado tempo e DINHEIRO para nos fazer pensar, nos ajudar”, vocês teriam ganho muito mais. E não nos chamem de idiotas ao afirmarem que “tem tradição em transparência”. Parecemos palhaços para vocês?

O que não deve ser feito:
- Novos aumentos de capitais na Inepar;

- Investimentos fora do core da empresa;

Esta carta é uma Profissão de Fé. Entendemos que Inepar seja a melhor oportunidade hoje para multiplicar seu capital por dez. Talvez a única. Amamos a companhia. Não estamos contra os controladores. Queremos estar ao lado. Queremos e podemos.

IAP: qual é a sua Profissão de Fé?
O Atilano Oms Sobrinho é um sujeito que eu admiro, e que eu tenho como uma figura de pai. Honestamente, queria ser como ele. Sinceramente, queria lhe ter o mesmo talento.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

www.iesa3.com.br

pessoal que quiser conferir o site: www.iesa3.com.br


Ativismo em INEP3/4 - Em Busca do Estado-da-Arte em Governança Corporativa para INEPAR

Se você detém ações de Inepar Indústria & Construções (INEP3/4) para o longo prazo, e entende que a empresa se beneficiará grandemente se aprimorar suas práticas de governança corporativa, por favor preencha este formulário que segue. Esta iniciativa se inicia com a coleta destes dados e se desdobrará de forma a que os minoritários preferencialista e ordinaristas da INEPAR possam se comunicar em um fórum de idéias, atuar de forma conjunta junto à empresa, buscando – ativamente – ocupar assentos nos Conselhos de Administração e Fiscal, e influenciar, legitimamente, na estratégia da companhia.


Este site é uma iniciativa da Galleas Asset Management e visa, em último grau, assessorar a empresa de forma que Inepar possa ter seus valores destravados em bolsa, e de maneira que seu turnaround financeiro se complete da forma mais célere e adequada possível. Nós, da Galleas, detemos uma posição relevante de ações preferenciais da companhia. Queremos assessorar a companhia a implementar as ações corretas da forma mais breve possível. Quaisquer dúvidas, nos contate, através do Thiago Konichi (tkonichi@galleas.com.br), no telefone 11-3063-4922.





sábado, 6 de novembro de 2010

Análise do sócio Buric sobre expectativas e preços justos do case

Fiz uma simulação de preços justos, vou dividir minhas expectativas com vocês.

“Hoje”, até antes de o capital da subscrição ser integralizado ao balanço da Inepar, temos um valor de mercado de R$ 402MM:

Quando ocorrer a integralização, passaremos das 68M ações para 98M, com um valor de mercado de R$ 576M:

Fazendo algumas contas, com diversos assumptions , chego aos valores abaixo. Vou deixar bem claras as premissas, pois elas mudam completamente os valores. Assumi que o spin off ratio será de 1:1, ou seja, que cada INEP receberá uma IESA3. Portanto, a IESA3 terá em posse de atuais acionistas de INEP as mesmas 98M ações que INEP tem em mercado hoje. Considero que a IESA aproveitará para aumentar seu capital, capitalizando para se preparar para o crescimento vindouro. Minha estimativa é de 50%. Com isso, chega-se a 148M de ações de IESA3.

O EBITDA projetado de IESA para 2011 é R$ 156M, é comum para IPOs, valores próximos a 10x esse valor. Portanto, a IESA3 poderia ser lançada a mercado a R$ 10,54.

Porém, assumindo esse EBITDA, cada ação tem um EBITDA ano de R$ 1,05. O valor presente deste valor crescendo 8% (pouco, bem pouco) nos próximos 5 anos, e 3% na perpetuidade; descontados a 12% de taxa de desconto, temos um  valor justo de quase R$ 15 para IESA3.

E a INEP3, como fica? EBITDA estimado para 2011, SEM IESA, é de R$ 109MM. Seguindo o mesmo racional, porém com um crescimento um pouco mais moderado nos próximos 5 anos, de apenas 5%, mantidos os 3% de perpetuidade e 12% de desconto. <b>Temos um valor justo de R$ 13,67 para INEP3.
Vide abaixo:

O que isso significa em termos de valor de carteira. Cada 1 ação de INEP vale R$ 5,91. No final, se o valor justo se concretizasse teríamos INEP valendo R$ 13,67 e IESA R$ 14,73. Ou seja, a carteira sairia de R$ 5,91 para R$ 28,40.


Ps: os EBITDAs são estimativas da própria empresa, todo o resto foram minhas premissas.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Trecho Carta Galleas (Outubro)

Inepar é um caso à parte. Outro dia, ouvi de um cotista que havia cansado do case
de INEP. Humildemente, sugeri que ele resgatasse suas cotas, porque nós não
estamos cansados. Meu palpite é que Inepar vá fechar este ano com uma carteira
7
de pedidos de R$ 4,4 bilhões (prazo médio de execução de 3 anos), com receitas
em torno de R$ 1,535 bilhões, extraindo daí uma margem de contribuição de R$ 200
milhões. A partir do ano próximo, tomando mais R$ 2 bilhões de
e R$ 900 milhões para
mineração, siderurgia, hidrelétricos e metroviários, estimamos que, em 2014, a
empresa alcance a marca de R$ 10 bilhões de carteira de pedidos.
A capitalização bursátil de Inepar Indústria e Construções (INEP3/4), a holding, é de
aproximadamente R$ 500 milhões. A empresa tem um endividamento financeiro e
tributário total, trazido a valor presente, de R$ 900 milhões. Não há mais dívida
defaultada.
O passivo financeiro de R$ 450 milhões é todo com o BNDES, e no nosso
julgamento, será completamente reestruturado até o final deste ano. A participação
que a INEP tem via IENG (Inepar Energia) de 35% da CEMAT será tomada pelo
Banco de Desenvolvimento como parte do pagamento e devolvida ao Grupo Rede,
de Jorge Queiroz. O restante do endividamento será refinanciado a TJLP+2,5%. Há
quanto tempo anuncio essa possível reestruturação? Há anos. Quando vai
acontecer? Agora, nas próximas semanas, até o final deste ano. De fato, já é a 15º
parcela de R$ 2 milhões mensais que a Inepar paga ao BNDES, “na confiança”,
decorrente desta engenharia.
O passivo fiscal, inscrito no Refis IV, pode ser totalmente abatido por um título
precatório federal (nascido no Rio de Janeiro) e denominado em libras esterlinas,
avaliados pela Fundação Getúlio Vargas em R$ 1,8 bilhão. Os títulos são autênticos
e válidos, já checamos in loco esta questão, e já começam a pagar coupon em
Londres. Há rumores que o Governo Federal já tenha oferecido a troca da totalidade
destes precatórios pelo abatimento de 40% da dívida fiscal da companhia, o que é
uma boa notícia. Declinaram da proposta, e querem o abatimento integral.
A partir de 2010 entramos na fase final de turnaround do passivo financeiro da
companhia. Se tomarmos a operação da companhia, apartada dos passivos, vale R$
2 bilhões. Este valor pode ser unlock a partir da absorção pela IESA da INET e
listagem da companhia no Novo Mercado. Persistiremos no case. Quem sabe não
repitamos a dose Brasil Ecodiesel sobre a Inepar? Toma tempo, fazer o quê? Uma
vez disse Steve Jobs, da Apple, “levamos três anos para fazer uma versão de um
computador. Se quiséssemos apenas entregar o que os nossos clientes nos
pediram, teríamos levado apenas seis meses, não mais do que isso. Os clientes
estariam satisfeitos. E hoje a Apple estaria morta”.
backlog em pré-salshallow water, já contratadas, além dos projetos de

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

A vez de Progredir

Na esteira da capitalização da Petrobras, os fornecedores da indústria do petróleo se tornaram alvo do mercado financeiro. Depois de FIDCs e FIPs sob medida, agora é a vez do Programa Progredir, lastreado em contratos de suprimento destinados aos empreendimentos da petroleira.
Seu grande diferencial é a possibilidade de estender o crédito do fornecedor direto da Petrobras a empresas dos elos inferiores da cadeia, atingindo um universo da ordem de 200 mil subfornecedores.
(Clique em mais informações para ler o resto da matéria)

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Mudança de moderador

Este é o novo endereço do blog, e com novo moderador.

As postagens continuarão normalmente , retiradas das discussões do fórum do Abdon Junior no advfn.

Att,
João

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Mais uma ótima contribuição do sócio Abdon Junior (conversa com o Dionísio)

Na quarta-feira eu tentei falar com o Dionísio por telefone mas não tinha conseguido. Aí mandei um e-mail pra ele e ele respondeu o que eu tinha perguntado e disse que tinha recebido meu recado mas eu não tinha deixado meu telefone, então por isso ele não ligou de volta. Respondi o e-mail dando meu telefone e o mesmo me ligou, lá da INEPAR. Conversei com ele por cerca de 45 minutos. Algumas impressões da conversa:

1) Primeiramente devemos sempre louvar o trabalho realizado pelo Dionísio e sua equipe. Só critica o trabalho dele quem não o conhece ou quem não conhece a fundo a empresa. Resumidamente: a INEPAR era uma blue chip e depois de algumas apostas equivocadas quase foi à falência. Em 2003, a empresa iniciou um dos maiores turnarounds que este país já viu, focando na estruturação da enorme dívida (que já foi de R$ 4 bilhões), no retorno às atividades, na qualificação profissional diferenciada e em novas parcerias (TIISA, QUIP, Andritz-INEPAR, etc.). Esse processo começou a dar resultados em 2008, ano em que a INEPAR surpreendeu muita gente ao ter lucro depois de anos de prejuízos. Hoje a INEPAR é uma empresa sólida com um diferencial profissional inigualável, e uma perspectiva única pros próximos anos. Obviamente que uma empresa que estava quase falida, que tentava sobreviver, não ia se preocupar com relação com os investidores, com a comunicação com o mercado. O turnaround por todos estes anos focou na parte funcional e operacional. Apenas em 2009, depois de a empresa voltar a respirar, de a empresa voltar a ter uma grande carteira de pedidos, é que a direção retomou sua preocupação com a relação com o mercado e com os investidores. Aí que foi criado o setor de RI e o Dionísio foi contratado pra fazer com que a empresa se relacionasse novamente com o mercado. Portanto o trabalho dele começou do zero e depois de apenas 1 ano e meio ele já fez muita coisa no sentido de aproximar a empresa do mercado novamente. Hoje nós temos sites extremamente bem feitos (lembram do antigo?), temos divulgação de FRs, temos um telefone em que conseguimos ter contato com o RI e sabermos notícias sobre a empresa, e iniciamos o marketing da empresa. Claro que falta muita coisa! O Dionísio, que é um cara de mercado, com mais de 10 anos de experiência, sabe muito bem disso, e está trabalhando pra isso. Hoje estou extremamente satisfeito com nossa equipe de RI e com o que eles estão programando pra empresa pros próximos meses!

2) O Dionísio sabe da importância do nosso fórum e do nosso blog. Ele se preocupa muito com essa relação com os minoritários, e o fato de ele ter retornado a ligação pra mim pra conversar sobre INEPAR é uma das provas disso. Outras provas mais importantes: reunião com um grupo do nosso fórum e o fato de ele manter conversas constantes com alguns de nossos foristas. Quantos RIs fazem tudo isso com minoritários?

3) Bom, vamos à conversa. O N1 está muito próximo pessoal! O Dionísio me disse que fez uma consulta à CVM/Bovespa sobre a exigência de uma mesma pessoa não ocupar dois cargos de direção da empresa. Ele falou que na verdade essa "exigência" é pra ser cumprida em um período de até 3 anos. Ou seja, o Atilano não terá que sair agora de uma das duas cadeiras que ocupa pra INEPAR entrar no N1. Isso é questão resolvida. A única coisa que está realmente faltando pra INEPAR entrar oficialmente no N1 é o calendário de eventos. O Dionísio está extremamente empolgado e acredita que em 2010 ainda estaremos no N1. Por que toda essa confiança? Porque este calendário de eventos depende única e exclusivamente dele e da equipe dele. Por isso ele prometeu entregar este calendário muito em breve e assim conseguirmos o tão sonhado N1! Pros mais novos: Por que isso é tão importante? Primeiramente porque agrada muito o mercado com uma melhor governança e uma maior aproximação. Mas principalmente é importantíssimo porque muitos fundos têm em seus estatutos que só podem investir em empresas que tenha um mínimo de governança. Portanto, com a entrada no N1, muitos fundos que estão ávidos pra investirem em óleo e gás e no pré-sal devem entrar em peso em INEP4!

4) A venda da CEMAT também está muito próxima pessoal! O Dionísio está extremamente otimista também com uma resolução muito em breve deste importante driver. Perguntei pra ele se sai em até 3 meses. Ele falou que acredita fortemente que sim! Ele explicou que será através da reestruturação/venda do Grupo Rede, e assim o BNDES ficará com a CEMAT em troca de dívida da INEPAR para com este banco. Ainda não há um valor acertado, mas que deve ficar em R$ 250 a 300 milhões! Já imaginaram a dívida da empresa cair até R$ 300 milhões de um dia para o outro? De quanto seria uma valorização com este driver? É por isso que muitos consideram este o principal driver pra ação no curto/médio prazo. A empolgação dele quando fala de CEMAT é algo contagiante. Ele está muitíssimo otimista para uma resolução deste driver nos próximos 3 meses (podendo ser antes...).

5) Ele esteve em Araraquara algumas vezes recentemente e disse que a empresa tá trabalhando em 3 turnos pra dar conta do tanto de encomendas. A carteira de pedidos está crescendo muito e ele está reunindo todos os contratos, mas acredita que já está em R$ 4,5 bilhões novamente. Pode ser que vire o ano a R$ 5 bilhões! Ele disse que a Petrobrás tem tanta encomenda pro pré-sal (consequentemente pra IESA), que tá preocupada de as empresas nacionais não darem conta da demanda. Por isso a IESA está ampliando sua estrutura e capacidade de produzir.

6) A divulgação do balanço do 3o trimestre/10 deverá ser até o dia 16/11, mas ele tá tentando que saia antes. Ele disse que o balanço virá bom, sem dúvida melhor que os do primeiro semestre. Falei pra ele que nós gostaríamos que o balanço saísse depois da finalização desse processo do leilão, que ainda amarra o papel.

7) Ele criticou a excessiva burocracia da CVM, mas acredita que o leilão pode ser marcado até o final desta semana. Não se preocupem porque ele e a empresa também estão incomodados com essa demora. Tanto que colocaram dois advogados da empresa pra ficarem em cima cobrando a realização e finalização deste leilão na CVM. Ele, assim como nós, também acredita em céu de brigadeiro pra ação após a finalização deste leilão e subscrição.

8) Eu já tinha tido a oportunidade de conversar com o Dionísio outras vezes e posso dizer que ele é um cara comedido, muito cuidadoso nas informações e expectativas e muito pé no chão. Se ele está assim tão otimista e empolgado com estes drivers, acredito que é porque realmente eles estão muito próximos de acontecerem!

É isso aí pessoal! Como eu disse, não há uma notícia ruim sobre a empresa. Só notícias maravilhosas! Ainda acredito em dois dígitos até 31 de dezembro de 2010. Abraços!

Nota sobre o Atilano, do sócio Kimez

* Parte do mercado tem do Atilano uma visão negativa por erros cometidos no passado. O Blog não concorda com essa visão. Segue abaixo uma nota sobre o Atilano do sócio Kimez publicada no fórum do Abdon na advfn.

" Sobre o Atilano Empresário e a Volta Por Cima da Inepar


Quero dizer que meu pensamento sobre o Atilano é amplamente positivo. Já disse várias vezes aqui no forum, quando falam coisas contra o Atilano, que ele é driver da empresa. Que ele é solução, e não problema. Para mim, quanto mais sei sobre ele, mais confortável fico posicionado na empresa.

Como estou fazendo aniversário de sócio da empresa agora em novembro, o que sei sobre ele serve de base para tirar conclusões cada vez mais importantes e definitivas.

Quando a empresa estava endividada, no auge da dificuldade, o Atilano não usou as benesses da lei para prejudicar os credores e com isso salvar a empresa( Jamais usou o recurso da Recuperação Judicial!). Ponto pra ele!

Quando o BNDES e fundos quiseram assumir a empresa, o Atilano deu testa e manteve a empresa, assumindo os riscos de sua decisão. Pelo que é a empresa hoje, mais uma vez ponto para o Atilano.

Maquiavel diz que a principal atribuição de um Príncipe é manter a unidade do Estado; por analogia, digo que a principal atribuição de um Empresário é manter e fazer prosperar sua unidade de negócio, sua empresa. Ponto para o Atilano.

Na dificuldade em que se encontrava a Inepar, Atilano foi genial. Cumpriu sua missão primária de salvar a empresa, e, além disso, foi capaz de tomar decisões acertadas com relação ao futuro. Iesa, Iesa Óleo &amp; Gás, AHI, TIISA, InnoVida são provas irrefutáveis disso. Ou seja, as dificuldades do presente não tiram do Atilano a clareza de visão do futuro. Ponto para o Atilano.

Os títulos de Dívida fazem parte do contexto de Mercado em que estados e empresas se financiam. São ativos financeiros dos primórdios da organização empesarial e do surgimento dos estados nacionais.

A posse de Títulos Públicos, no Brasil, nem sempre foi um bom negócio, mas pelo cotrário( o Estado tungando os investidores ). Quando das privatizações, efetivamente foi uma baba. Bancos, Concesscionárias de Energia, Telecomunicações, Mineradoras... foram pagos com eles. Aí houve ganho para os investidores. Mas tudo normal, nada de errado em deter a posse dos títulos, tanto os de aquisição primária quanto os adquiridos no mercado secundário.

No encontro da Empiricus com empresários, o Atilano, em vez de exibir arrogância pelo trabalho exitoso, optou por falar das dificuldades do passado, que teve vergonha quando não tinha dinheiro para honrar a folha de salários. Ponto duplo para o Atilano.

Nesse mesmo Encontro, qualquer um falaria e demonstraria o futuro que se avizinha, qualquer um atrairia para si os holofotes em decorrencia da situação atual da empresa como resultado do seu trabalho, como autopromoçao. Ele optou em realçar as barreiras que transpôs para chegar até ali. Ponto para o Atilano.

Atilano provavelmente será objeto de estudo quando a empresa despontar no Mercado totalmente saneada e vencedora. Até arrisco dizer que o retorno com o nome Inepar tem um gostinho especial para ele.

Está totalmente provado que Atilano tem DNA de empresário; de empresário que realmente produz; de empresário antenado no seu negócio; de empresário que trabalha o presente e opera o futuro; de empresário que cumpre o seu papel, qual seja, de manter Viva sua empresa.

Por pensar assim sobre o Atilano, por acreditar que não vale a pena ganhar um CDI anual, por não reconhecer qualquer mérito em quem o critica, pelas evidências de que Inepar é case resolvido... transferi minha posição defensiva para Inepar, de modo que ela é cem por cento de minha carteira.

Até gostaria que o Atilano fizesse um encontro anual para falar aos acionistas sobre as perspectivas da empresa.

É isso."