Compilado de contratos ganhos recentemente , retirados da mídia. Incluem TIISA, IESA , Andritz,QUIP.
(Em atualização)
Clique em mais informações para acessar.
terça-feira, 26 de outubro de 2010
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Trecho carta do fundo Galleas - Setembro
Nossa principal posição segue sendo INEP4. O destaque de setembro foi o bem sucedido aumento de capital da empresa. Abaixo destacamos alguns trechos de um recente relatório da Empiricus sobre o assunto.
A primeira questão relevante se refere ao recente aumento de capital, no valor de R$ 140 MM. Além da conversão de dívida, a oferta implicará uma entrada de caixa da ordem de R$ 60 MM, o que, em nosso entendimento, se trata de um sucesso absoluto. Havia muita gente pessimista com a operação, afirmando que a companhia não conseguiria levantar um centavo sequer com o aumento de capital, em meio à pequena disposição do mercado em participar de ofertas de ações no momento, ao preço depreciado dos papéis já listados; em determinados momentos, até abaixo do valor da subscrição - e ao fato da companhia ter feito recentemente uma chamada de capital. Aos céticos, a magnitude da entrada de caixa responde como uma faca alada.
A opção da companhia, capitaneada pelo Atilano e pelo Peteco, foi justamente de reaproximar-se do mercado de capitais e uma recompra (isso não seria algo para curtíssimo prazo) transmitiria um recado de relevo. Não descartaríamos ainda que a empresa aderisse de maneira formal ao Nível I de governança corporativa a curto prazo; para tanto, há um único item ainda não atendido: os cargos de presidente executivo e presidente do Conselho não podem ser ocupados pela mesma pessoa; como quem está nas duas posições é o Atilano e a pressão pela transparência/governança vem justamente dele, acharíamos bastante razoável supor a adesão ao Nível I. Ainda sobre o aumento de capital, cumpre dizer que a operação foi de extrema relevância para uma companhia ainda com alta alavancagem e com projetos ambiciosos de crescimento; em infraestrutura no Brasil há dois caminhos: ou você participa, ou você participa; não há terceira via. Veja que a operação permitiu a montagem de uma posição importante nas ON por parte de institucional local de peso (leia-se: Verde).
A complexidade de Inepar é justamente a fonte do potencial da companhia. Operacionalmente, a empresa é um dos principais players de engenharia de infraestrutura no Brasil, sem concorrentes domésticos à altura; questionar o fato não é uma questão de opinião, mas de desconhecimento. Em termos de estrutura de capital, simplificação do balanço e governança, as coisas estão sendo feitas. Os drivers estão desenhados e são bastante claros. Seguimos com um strong buy sobre Inepar.
Equipe Galleas de Gestão.
*Para ler essa carta na íntegra , acesse http://www.galleas.com.br/
*Para ler o Relatório Empiricus na íntegra , efetue a compra através da loja virtual ( http://loja.empiricus.com.br/relatorio-especial-inepar-inep4.html )
A primeira questão relevante se refere ao recente aumento de capital, no valor de R$ 140 MM. Além da conversão de dívida, a oferta implicará uma entrada de caixa da ordem de R$ 60 MM, o que, em nosso entendimento, se trata de um sucesso absoluto. Havia muita gente pessimista com a operação, afirmando que a companhia não conseguiria levantar um centavo sequer com o aumento de capital, em meio à pequena disposição do mercado em participar de ofertas de ações no momento, ao preço depreciado dos papéis já listados; em determinados momentos, até abaixo do valor da subscrição - e ao fato da companhia ter feito recentemente uma chamada de capital. Aos céticos, a magnitude da entrada de caixa responde como uma faca alada.
A opção da companhia, capitaneada pelo Atilano e pelo Peteco, foi justamente de reaproximar-se do mercado de capitais e uma recompra (isso não seria algo para curtíssimo prazo) transmitiria um recado de relevo. Não descartaríamos ainda que a empresa aderisse de maneira formal ao Nível I de governança corporativa a curto prazo; para tanto, há um único item ainda não atendido: os cargos de presidente executivo e presidente do Conselho não podem ser ocupados pela mesma pessoa; como quem está nas duas posições é o Atilano e a pressão pela transparência/governança vem justamente dele, acharíamos bastante razoável supor a adesão ao Nível I. Ainda sobre o aumento de capital, cumpre dizer que a operação foi de extrema relevância para uma companhia ainda com alta alavancagem e com projetos ambiciosos de crescimento; em infraestrutura no Brasil há dois caminhos: ou você participa, ou você participa; não há terceira via. Veja que a operação permitiu a montagem de uma posição importante nas ON por parte de institucional local de peso (leia-se: Verde).
A complexidade de Inepar é justamente a fonte do potencial da companhia. Operacionalmente, a empresa é um dos principais players de engenharia de infraestrutura no Brasil, sem concorrentes domésticos à altura; questionar o fato não é uma questão de opinião, mas de desconhecimento. Em termos de estrutura de capital, simplificação do balanço e governança, as coisas estão sendo feitas. Os drivers estão desenhados e são bastante claros. Seguimos com um strong buy sobre Inepar.
Equipe Galleas de Gestão.
*Para ler essa carta na íntegra , acesse http://www.galleas.com.br/
*Para ler o Relatório Empiricus na íntegra , efetue a compra através da loja virtual ( http://loja.empiricus.com.br/relatorio-especial-inepar-inep4.html )
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Petróleo terá R$ 680 bi em investimentos
PETRÓLEO TERÁ R$ 680 BI EM INVESTIMENTOS
R$ 680 BILHÕES EM INVESTIMENTOS
Autor(es): Agencia o Globo/Gustavo Paul e Eliane Oliveira
O Globo - 06/09/2010
(Clique em mais informações)
O setor de petróleo e gás vai movimentar R$ 680 bilhões em investimentos nos próximos dez anos, graças principalmente ao pré-sal. A produção de óleo deve crescer 126% até 2019, e a de gás, 188%. O BNDES terá R$ 24,9 bilhões só para o setor naval ligado ao petróleo.
Petróleo e gás movimentarão economia nos próximos 10 anos. Produção de óleo deve crescer 126%
Uma brincadeira contada dentro do governo diz que a Petrobras é tão grande, tão rica e poderosa, que deve ser encarada “no máximo, como uma nação amiga”. Essa mesma impressão poderá ser sentida, em um futuro próximo, em relação à economia que gira em torno do petróleo brasileiro.
As cifras gigantescas justificam o interesse despertado nas últimas semanas em torno da capitalização da Petrobras: estima-se que, embalado pelo pré-sal, em dez anos, o setor vai demandar investimentos de, pelo menos, R$ 680 bilhões, somando-se a demanda por bens, serviços, exploração e produção.
Ao longo da última década, a participação do setor no Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de bens e serviços produzidos no país) cresceu quatro vezes, passando de 2,5% em 1999 para cerca de 12% este ano e deve aumentar ainda mais. Enquanto isso, o volume de petróleo exportado pelo país cresceu 2.674% em dez anos, levando a venda de óleo do 21olugar da pauta brasileira em 2001 para o segundo lugar este ano. A produção brasileira de petróleo deverá crescer pelo menos 126% até 2019, enquanto a de gás vai dar um salto de 188%. Já as reservas nacionais devem dobrar de tamanho em quatro anos.
BNDES tem R$ 24 bi para setor naval
Só o BNDES tem, aprovados e em fase de aprovação, na área naval voltada ao petróleo, investimentos que somam R$ 24,983 bilhões do Fundo de Marinha Mercante em 85 projetos. É mais do que o banco vai disponiblizar para empreendimentos como a usina de Belo Monte (até R$ 13,5 bilhões) e o Trem de Alta Velocidade (TAV, até R$ 19,9 bilhões), que ligará o Rio a São Paulo.
— A demanda está muito grande e o fato gerador são as descobertas do pré-sal. Esses investimentos na parte naval e em navipeças são inéditos — afirmou Vinícius Figueiredo, gerente do Departamento de Gás e Petróleo do BNDES.
Acompanhando o movimento do setor, há duas semanas, o banco criou um departamento exclusivo com foco na cadeia produtiva do petróleo. Ao mesmo tempo, grupos empresariais estão se juntando para ganhar musculatura e pleitear um naco dessa atividade econômica, que será turbinada, a partir de 2011, com a produção do pré-sal já licitado e, provavelmente, com as primeiras licitações nos megacampos.
O Portal de Oportunidades do Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp) já contabiliza 3,3 mil empresas cadastradas. Segundo o coordenador executivo do Prominp, José Renato Ferreira Almeida, cerca de 500 empresas de todo o tamanho e de vários estados do país estão aderindo a esse banco de informações todo mês. Ali eles expõem seus produtos e podem também buscar fornecedores.
— Devemos chegar a 5 mil até o final do ano e 40% são empresas paulistas, onde o setor de petróleo e gás ainda inicia suas atividades — diz Almeida.
Exigência é de 65% de conteúdo local
O setor não se limita aos novos campos do pré-sal. Com três anos de existência, a OGX, braço da holding EBX, do bilionário Eike Batista, tem em caixa US$ 3,4 bilhões para investir em 21 blocos no pós-sal da Bacia de Campos e também já se aventura em poços em terra. O diretorgeral da empresa, Paulo Mendonça, também vê a movimentação de fornecedores que, segundo ele, está apenas no começo.
— O Brasil deixou de ser um país de petróleo para ser um país petrolífero, como a Venezuela, o México e outros — afirma Mendonça.
A WD Group, holding formada por quatro empresas especializadas em verificação de dutos, soldas e superfícies em plataformas de petróleo e gás, estaleiros e portos, aposta na expansão do setor.
— Atendemos a grandes empreiteiras que atendem a Petrobras — diz Marcelo Freitas, diretor do grupo.
O empresário André Lincol, da IWC Engenharia, entrou no mercado de petróleo e gás dando consultoria no Rio. Hoje, dirige um curso de treinamento técnico presente em diversos estados brasileiros e abriu uma empresa de construção de equipamentos para offshore (no mar), estruturas metálicas diversas, tubulação e instalação de dutos submersos.
— O pré-sal ainda não começou.
Hoje, o que vemos mais é o desenvolvimento de tecnologias, e não pondo a mão na massa. Enxergamos oportunidades — diz Lincol.
Essa movimentação impressiona até quem tem décadas de vivência no setor. É o que relata o secretárioexecutivo do Instituto Brasileiro do Petróleo (IBP), Álvaro Teixeira, que começou na Petrobras em 1960, quando a meta era produzir petróleo para ajudar a suprir o país: — Estamos vivendo um momento mágico. Nas décadas de 60 e 70, ninguém podia imaginar que o Oriente Médio estava ao lado do Rio — disse, referindo-se às bacias de Campos e Santos, no litoral fluminense.
A Organização da Indústria do Petróleo (Onip) viu aumentar em dez vezes o número de empresas cadastradas desde 2000, passando de 210 para 2.164. Para José Velloso, vice-presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), esse número poderá crescer, diante da decisão do governo de estabelecer um índice médio de conteúdo local de 65% na fase de exploração do présal.
Por enquanto, lembra, ainda existem muitos empecilhos.
— Temos ainda uma corrida de obstáculos, como câmbio, tributos e custo de dinheiro. Mas esse percentual vai incentivar a produção local — afirma Velloso.
R$ 680 BILHÕES EM INVESTIMENTOS
Autor(es): Agencia o Globo/Gustavo Paul e Eliane Oliveira
O Globo - 06/09/2010
(Clique em mais informações)
O setor de petróleo e gás vai movimentar R$ 680 bilhões em investimentos nos próximos dez anos, graças principalmente ao pré-sal. A produção de óleo deve crescer 126% até 2019, e a de gás, 188%. O BNDES terá R$ 24,9 bilhões só para o setor naval ligado ao petróleo.
Petróleo e gás movimentarão economia nos próximos 10 anos. Produção de óleo deve crescer 126%
Uma brincadeira contada dentro do governo diz que a Petrobras é tão grande, tão rica e poderosa, que deve ser encarada “no máximo, como uma nação amiga”. Essa mesma impressão poderá ser sentida, em um futuro próximo, em relação à economia que gira em torno do petróleo brasileiro.
As cifras gigantescas justificam o interesse despertado nas últimas semanas em torno da capitalização da Petrobras: estima-se que, embalado pelo pré-sal, em dez anos, o setor vai demandar investimentos de, pelo menos, R$ 680 bilhões, somando-se a demanda por bens, serviços, exploração e produção.
Ao longo da última década, a participação do setor no Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de bens e serviços produzidos no país) cresceu quatro vezes, passando de 2,5% em 1999 para cerca de 12% este ano e deve aumentar ainda mais. Enquanto isso, o volume de petróleo exportado pelo país cresceu 2.674% em dez anos, levando a venda de óleo do 21olugar da pauta brasileira em 2001 para o segundo lugar este ano. A produção brasileira de petróleo deverá crescer pelo menos 126% até 2019, enquanto a de gás vai dar um salto de 188%. Já as reservas nacionais devem dobrar de tamanho em quatro anos.
BNDES tem R$ 24 bi para setor naval
Só o BNDES tem, aprovados e em fase de aprovação, na área naval voltada ao petróleo, investimentos que somam R$ 24,983 bilhões do Fundo de Marinha Mercante em 85 projetos. É mais do que o banco vai disponiblizar para empreendimentos como a usina de Belo Monte (até R$ 13,5 bilhões) e o Trem de Alta Velocidade (TAV, até R$ 19,9 bilhões), que ligará o Rio a São Paulo.
— A demanda está muito grande e o fato gerador são as descobertas do pré-sal. Esses investimentos na parte naval e em navipeças são inéditos — afirmou Vinícius Figueiredo, gerente do Departamento de Gás e Petróleo do BNDES.
Acompanhando o movimento do setor, há duas semanas, o banco criou um departamento exclusivo com foco na cadeia produtiva do petróleo. Ao mesmo tempo, grupos empresariais estão se juntando para ganhar musculatura e pleitear um naco dessa atividade econômica, que será turbinada, a partir de 2011, com a produção do pré-sal já licitado e, provavelmente, com as primeiras licitações nos megacampos.
O Portal de Oportunidades do Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp) já contabiliza 3,3 mil empresas cadastradas. Segundo o coordenador executivo do Prominp, José Renato Ferreira Almeida, cerca de 500 empresas de todo o tamanho e de vários estados do país estão aderindo a esse banco de informações todo mês. Ali eles expõem seus produtos e podem também buscar fornecedores.
— Devemos chegar a 5 mil até o final do ano e 40% são empresas paulistas, onde o setor de petróleo e gás ainda inicia suas atividades — diz Almeida.
Exigência é de 65% de conteúdo local
O setor não se limita aos novos campos do pré-sal. Com três anos de existência, a OGX, braço da holding EBX, do bilionário Eike Batista, tem em caixa US$ 3,4 bilhões para investir em 21 blocos no pós-sal da Bacia de Campos e também já se aventura em poços em terra. O diretorgeral da empresa, Paulo Mendonça, também vê a movimentação de fornecedores que, segundo ele, está apenas no começo.
— O Brasil deixou de ser um país de petróleo para ser um país petrolífero, como a Venezuela, o México e outros — afirma Mendonça.
A WD Group, holding formada por quatro empresas especializadas em verificação de dutos, soldas e superfícies em plataformas de petróleo e gás, estaleiros e portos, aposta na expansão do setor.
— Atendemos a grandes empreiteiras que atendem a Petrobras — diz Marcelo Freitas, diretor do grupo.
O empresário André Lincol, da IWC Engenharia, entrou no mercado de petróleo e gás dando consultoria no Rio. Hoje, dirige um curso de treinamento técnico presente em diversos estados brasileiros e abriu uma empresa de construção de equipamentos para offshore (no mar), estruturas metálicas diversas, tubulação e instalação de dutos submersos.
— O pré-sal ainda não começou.
Hoje, o que vemos mais é o desenvolvimento de tecnologias, e não pondo a mão na massa. Enxergamos oportunidades — diz Lincol.
Essa movimentação impressiona até quem tem décadas de vivência no setor. É o que relata o secretárioexecutivo do Instituto Brasileiro do Petróleo (IBP), Álvaro Teixeira, que começou na Petrobras em 1960, quando a meta era produzir petróleo para ajudar a suprir o país: — Estamos vivendo um momento mágico. Nas décadas de 60 e 70, ninguém podia imaginar que o Oriente Médio estava ao lado do Rio — disse, referindo-se às bacias de Campos e Santos, no litoral fluminense.
A Organização da Indústria do Petróleo (Onip) viu aumentar em dez vezes o número de empresas cadastradas desde 2000, passando de 210 para 2.164. Para José Velloso, vice-presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), esse número poderá crescer, diante da decisão do governo de estabelecer um índice médio de conteúdo local de 65% na fase de exploração do présal.
Por enquanto, lembra, ainda existem muitos empecilhos.
— Temos ainda uma corrida de obstáculos, como câmbio, tributos e custo de dinheiro. Mas esse percentual vai incentivar a produção local — afirma Velloso.
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Reunião dos investidores do fórum com o RI da Inepar
Na última 6a feira (8 de outubro) , alguns sócios do fórum da Advfn se reuniram com o RI da Inepar para discutir alguns assuntos como : reestruturação, resolução da dívida, governaça corporativa, entre outros.
* O RI da Inepar não deve ser responsabilizado e nem cobrado pelos relatos abaixos , principalmente por serem oriundos de uma reunião informal e passíveis a subjetivismos dos relatantes.
Segue abaixo os relatos da visita na ordem cronológica em que foram publicados :
(Clique em mais informações)
* O RI da Inepar não deve ser responsabilizado e nem cobrado pelos relatos abaixos , principalmente por serem oriundos de uma reunião informal e passíveis a subjetivismos dos relatantes.
Segue abaixo os relatos da visita na ordem cronológica em que foram publicados :
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sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Levantamento de dados
Estava fazendo um levantamento aqui pra saber qual era a participação da IESA na QUIP e descobri que é variável - isso eu não sabia. Oq sei sobre a participação da IESA na QUIP, é que ela é muito mais achatada do que poderia ser, porque atualmente, parte do financiamento que ela precisa para tocar as obras de grande monta, é obtido com alguns dos pares dela no consórcio... com a resolução da dívida defaultada, esse jogo estará virando e devemos ver a participação dela nos projetos crescendo. Segue aí alguns números sobre os projetos atualmente sendo tocados pela QUIP:
Project IESA’s Participation % Value (R$)
P-53 15.0% 300,196
P-55 13.3% 217,254
P-63 16.7% 405,096
Procurei identificar o plano de ação da IESA para tentar levar o máximo dessa bolada (R$0,5 trilhões referente ao plano de investimentos da Petro + OGX)... segue (esse planejamento estratégico cita o período de 2009-2013, mas com o atraso da capitalização, a agenda da petrobrás perdeu 1 ano - então leia-se 2010-2014; traduzi o texto para facilitar):
2.7 Business Strategy
With a focus on sustainable growth, IESA O&G operates under the following strategic guidelines:
Concentrate efforts on engineering and construction of onshore and offshore
platforms, processing plants, and power plants, areas in which IESA O&G has
already been successful and where Petrobras plans to allocate 80% of its
investments over the 2009-2013 period
-------------
2,7 Estratégia Empresarial
Com foco no crescimento sustentável, irá IESA O & G operar sob as seguintes diretrizes estratégicas:
Concentrar esforços na engenharia e construção de onshore e offshore
plataformas, unidades de transformação, e usinas de energia, áreas em que IESA O & G já é bem sucedida e onde a Petrobras planeja destinar 80% de sua
investimentos no período 2009-2013.
--------------
Ou seja pessoal, a IESA está de olho na concorrência de cerca de 80% desta verba monstruosa, oq daria R$384.000.000.000,00 em 4 anos (R$96 bilhões por ano). A concorrência será ferrenha, mas a gente sabe da competência da empresa para levar projetos... boas perspectivas para crescimento não vão faltar... e pessoal, estou falando apenas de óleo e gás!! Não podemos esquecer todas as outras áreas que a INEPAR está crescendo absurdamente.
Project IESA’s Participation % Value (R$)
P-53 15.0% 300,196
P-55 13.3% 217,254
P-63 16.7% 405,096
Procurei identificar o plano de ação da IESA para tentar levar o máximo dessa bolada (R$0,5 trilhões referente ao plano de investimentos da Petro + OGX)... segue (esse planejamento estratégico cita o período de 2009-2013, mas com o atraso da capitalização, a agenda da petrobrás perdeu 1 ano - então leia-se 2010-2014; traduzi o texto para facilitar):
2.7 Business Strategy
With a focus on sustainable growth, IESA O&G operates under the following strategic guidelines:
Concentrate efforts on engineering and construction of onshore and offshore
platforms, processing plants, and power plants, areas in which IESA O&G has
already been successful and where Petrobras plans to allocate 80% of its
investments over the 2009-2013 period
-------------
2,7 Estratégia Empresarial
Com foco no crescimento sustentável, irá IESA O & G operar sob as seguintes diretrizes estratégicas:
Concentrar esforços na engenharia e construção de onshore e offshore
plataformas, unidades de transformação, e usinas de energia, áreas em que IESA O & G já é bem sucedida e onde a Petrobras planeja destinar 80% de sua
investimentos no período 2009-2013.
--------------
Ou seja pessoal, a IESA está de olho na concorrência de cerca de 80% desta verba monstruosa, oq daria R$384.000.000.000,00 em 4 anos (R$96 bilhões por ano). A concorrência será ferrenha, mas a gente sabe da competência da empresa para levar projetos... boas perspectivas para crescimento não vão faltar... e pessoal, estou falando apenas de óleo e gás!! Não podemos esquecer todas as outras áreas que a INEPAR está crescendo absurdamente.
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Elucubrações acerca do leilão , pelo sócio diegoespanhol
Hipótese(complementação) e Fatos
Considerando que a subscrição foi desenhada para solucionar o problema das debêntures atrasadas, podemos entender que os trâmites foram previamente acordados entre as partes. Assim sendo podemos imaginar um aumento de capital com altos valores para atender os interesses de todos com folga, a saber:
1- debenturistas: se estudarmos a fundo, veremos que temos alguns debenturistas na relação de possíveis conversores. Entre eles é natural que alguns queiram converter as dívidas em caixa e outros queiram converter em capital (tendo em vista o final do processo de reestruturação, perspectivas ou até mandatos para gestão do dinheiro). Por estar previamente acordado, todo o processo se daria entre a empresa, atuais acionistas parceiros e debenturistas. O "mercado" seria secundário nesse item, segundo minha visão;
2- atuais acionistas parceiros: existem acionistas parceiros que já figuram no float de Inepar há anos e tem total interesse em limpar o passivo da empresa. Os ganhos na redução do default, redução da alavancagem e aumento da participação nos consórcios avalizam a realização da operação (é simples assim, mas como seres humanos adoramos buscar explicações complicadas para as coisas);
3- o controlador: a operação de aumento de capital é desenhada de modo a permitir que o controlador consiga manter suas posições (isso explicaria a distribuição em menos ações ON para o controlador e mais ações PN para os debenturistas);
4- acionistas minoritários: poderiam aproveitar para aumentar suas posições e se beneficiar do novo patamar que a empresa alcançará, saindo do default, reduzindo alavancagem e aumentando suas participações em consórcios. Me parece que sempre foi um desejo dos acionistas sair do default e hoje há uma certa discussão sobre como acontece essa saida dos debenturistas. Ora, se a Inepar quer realmente ser "Governança Corporativa" e case de "Reestruturação", deveria prestar um tratamento justo aos debenturistas que desde 1996 estão com esses títulos em mãos. Se alguns aqui estão há 1 ano, 2 anos, etc, o que dirá quem está desde 1996 com os títulos na mão? Muitos debenturistas são bancos, fundos de pensão, corretoras, etc.... Como vamos ganhar o concurso de beleza de Lord Keynes sem o devido tratamento aos jurados (mercado; bancos, fundos de pensão, etc...)?
Não creio em problemas no aumento de capital, no aumento dos alguéis e na cotação. Tudo tem seu preço, "não existe almoço gratis". O preço do almoço é a temporária baixa cotação, a saber:
- como citei em post anterior, já temos R$ 126 milhões (e hj, isso é bastante para a uma empresa que vale cerca de R$ 300 mi em bolsa...que folego!);
- os aluguéis podem atender a interesses de um ou dois debenturistas e as operações são casadas com atuais acionistas parceiros. Eu penso assim, melhor um ex-debeturista com dinheiro e feliz, do que um debenturista falando mal da empresa para todo mundo. Dizem que quem fala bem, fala para 5 e quem fala mal fala para 25!
- e a nós, acionistas, cabe a reflexão: preferimos que a empresa cresça devagar e "pesada" (com default) ou preferimos que resolva a questão definitivamente para poder voar "a lá Usain Bolt"?
Pesquisas mostram que o tempo para se abrir uma simples empresa é de cerca de 8 meses.
Logo é natural que um processo desse porte e complexidade leve algum tempo. Bom que está levando algumas semanas né (a longo prazo estaremos todos mortos).
Hoje o que temos é isso, cotações em baixa e a empresa cada vez melhor:
- cada vez mais acionistas;
- início de reportagens na mídia (valor, exame, barsil economico, etc...);
- site Inepar e Iesa;
- integramos a carteira Small Caps, Tag Along e Industrial;
- aderimos ao Refis;
- negociamos com os debenturistas com ótima adesão (R$ 126 mi até o momento);
- dois aumentos de capital e um desdobramento;
- alugamos o Ishibrás via CDB (IAP + Fator) por 20 anos!!!;
- zeramento da conta prejuízo acumulados e podemos pagar dividendos;
- tag along de 80% para as PN;
- parceiros: fator, galleas, empiricus, Cs-Hg, Socopa, Petros, Citi, Omar Camargo, etc...;
Tento me manter otimista, mesmo com todos as dificuldades.
Os fatos me mantém otimista.
As cotações não, simplesmente porque já comprei tudo o que podia.
Escolha seu lado!
obs: meu texto é somente o que penso. Não são previsões, recomendações ou algo do tipo. Não quero amigos, nem inimigos. Não me odeiem, nem adorem.
Apenas pensem!
Considerando que a subscrição foi desenhada para solucionar o problema das debêntures atrasadas, podemos entender que os trâmites foram previamente acordados entre as partes. Assim sendo podemos imaginar um aumento de capital com altos valores para atender os interesses de todos com folga, a saber:
1- debenturistas: se estudarmos a fundo, veremos que temos alguns debenturistas na relação de possíveis conversores. Entre eles é natural que alguns queiram converter as dívidas em caixa e outros queiram converter em capital (tendo em vista o final do processo de reestruturação, perspectivas ou até mandatos para gestão do dinheiro). Por estar previamente acordado, todo o processo se daria entre a empresa, atuais acionistas parceiros e debenturistas. O "mercado" seria secundário nesse item, segundo minha visão;
2- atuais acionistas parceiros: existem acionistas parceiros que já figuram no float de Inepar há anos e tem total interesse em limpar o passivo da empresa. Os ganhos na redução do default, redução da alavancagem e aumento da participação nos consórcios avalizam a realização da operação (é simples assim, mas como seres humanos adoramos buscar explicações complicadas para as coisas);
3- o controlador: a operação de aumento de capital é desenhada de modo a permitir que o controlador consiga manter suas posições (isso explicaria a distribuição em menos ações ON para o controlador e mais ações PN para os debenturistas);
4- acionistas minoritários: poderiam aproveitar para aumentar suas posições e se beneficiar do novo patamar que a empresa alcançará, saindo do default, reduzindo alavancagem e aumentando suas participações em consórcios. Me parece que sempre foi um desejo dos acionistas sair do default e hoje há uma certa discussão sobre como acontece essa saida dos debenturistas. Ora, se a Inepar quer realmente ser "Governança Corporativa" e case de "Reestruturação", deveria prestar um tratamento justo aos debenturistas que desde 1996 estão com esses títulos em mãos. Se alguns aqui estão há 1 ano, 2 anos, etc, o que dirá quem está desde 1996 com os títulos na mão? Muitos debenturistas são bancos, fundos de pensão, corretoras, etc.... Como vamos ganhar o concurso de beleza de Lord Keynes sem o devido tratamento aos jurados (mercado; bancos, fundos de pensão, etc...)?
Não creio em problemas no aumento de capital, no aumento dos alguéis e na cotação. Tudo tem seu preço, "não existe almoço gratis". O preço do almoço é a temporária baixa cotação, a saber:
- como citei em post anterior, já temos R$ 126 milhões (e hj, isso é bastante para a uma empresa que vale cerca de R$ 300 mi em bolsa...que folego!);
- os aluguéis podem atender a interesses de um ou dois debenturistas e as operações são casadas com atuais acionistas parceiros. Eu penso assim, melhor um ex-debeturista com dinheiro e feliz, do que um debenturista falando mal da empresa para todo mundo. Dizem que quem fala bem, fala para 5 e quem fala mal fala para 25!
- e a nós, acionistas, cabe a reflexão: preferimos que a empresa cresça devagar e "pesada" (com default) ou preferimos que resolva a questão definitivamente para poder voar "a lá Usain Bolt"?
Pesquisas mostram que o tempo para se abrir uma simples empresa é de cerca de 8 meses.
Logo é natural que um processo desse porte e complexidade leve algum tempo. Bom que está levando algumas semanas né (a longo prazo estaremos todos mortos).
Hoje o que temos é isso, cotações em baixa e a empresa cada vez melhor:
- cada vez mais acionistas;
- início de reportagens na mídia (valor, exame, barsil economico, etc...);
- site Inepar e Iesa;
- integramos a carteira Small Caps, Tag Along e Industrial;
- aderimos ao Refis;
- negociamos com os debenturistas com ótima adesão (R$ 126 mi até o momento);
- dois aumentos de capital e um desdobramento;
- alugamos o Ishibrás via CDB (IAP + Fator) por 20 anos!!!;
- zeramento da conta prejuízo acumulados e podemos pagar dividendos;
- tag along de 80% para as PN;
- parceiros: fator, galleas, empiricus, Cs-Hg, Socopa, Petros, Citi, Omar Camargo, etc...;
Tento me manter otimista, mesmo com todos as dificuldades.
Os fatos me mantém otimista.
As cotações não, simplesmente porque já comprei tudo o que podia.
Escolha seu lado!
obs: meu texto é somente o que penso. Não são previsões, recomendações ou algo do tipo. Não quero amigos, nem inimigos. Não me odeiem, nem adorem.
Apenas pensem!
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