quinta-feira, 31 de março de 2011

Destaques do balanço de 2010 da INEPAR (INEP3 e INEP4)

Aquisição de 15% da proprietária do antigo estaleiro Ishikawajima (que conta com o maior dique seco da América Latina):


Carteira de pedidos:


Receita Bruta:



VPA: 7,10

Balanços

Inepar Indústria e Construções S.A.

IESA S.A

TIISA S/A

Inepar Equipamentos e Montagens S.A.

- Empresa bate recorde em Receita, Faturamento e EBIT
- VPA da empresa dispara pra R$ 7,10 (bem acima da cotação atual), refletindo o quão barata está a ação da Inepar
- Lucro líquido de R$ 44 milhões. É o terceiro ano seguido da empresa com lucros
- A empresa anuncia que vai pagar dividendos do exercício de 2010. A empresa volta a pagar dividendos após 11 anos
- A Inepar adquiriu da IAP 15% de participação no Estaleiro de Ishibrás, que tem um contrato de arrendamento, onde a Petrobrás paga R$ 4 milhões por mês pra usar o referido estaleiro. O contrato é de 20 anos
- A aquisição desta participação no estaleiro foi conseguida através de troca por uma parte dos títulos da dívida pública em poder da Inepar. Trata-se da maior prova prática não só da validade, como do valor que estes títulos possuem
- A coligada Ibrafem (e sua subsdiário Sadefem) saem da holding Inepar, o que é uma excelente notícia pois apresentava prejuízos constantes

Demonstração de Resultados Consolidada INEP3/INEP4 de 2010



Aviso aos acionistas de 31/03/11

AVISO AOS ACIONISTAS
Em cumprimento ao disposto no artigo 133 da Lei nº 6.404/76 e
alterações posteriores, a Administração da Inepar S/A - Indústria e
Construções (“Companhia”) comunica que os documentos a que se
referem os incisos I a IV do referido artigo, relativos ao exercício social
encerrado em 31 de dezembro de 2010, encontram-se à disposição dos
Senhores Acionistas na sede da Companhia, na Alameda Jurupis nº
455, 10º andar, bairro Moema, CEP 04.088-001, em São Paulo, Estado
de São Paulo.
São Paulo, 31 de março de 2011

quarta-feira, 30 de março de 2011

INEPAR - INEP3 E INEP4 - NÍVEL DE GOVERNANÇA 1

INEP3 E INEP4 AVANÇA NO NÍVEL DO GOVERNANÇA:



Inepar S.A. Indústria e Construções
CNPJ nº 76.627.504/0001-06
NIRE nº 35.3.0035492-3
FATO RELEVANTE
Migração para o Nível 1 de Praticas Diferenciadas de Governança Corporativa
Comunicamos ao mercado e acionistas que a Inepar S.A. Indústria e Construções,
em consonância com as diretrizes estabelecidas pela companhia, após a assinatura
do Contrato de Adesão, a partir de 31 de março de 2011 passará a ser listada no
segmento de Nível 1 de Práticas Diferenciadas de Governança Corporativa da
BM&FBOVESPA S.A. Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros (“BM&FBOVESPA”).
São Paulo, 30 de março de 2011.
Inepar S.A. Indústria e Construções
Cesar Romeu Fiedler
Diretor de Relação com Investidores

Excelentes resultados da TIISA (INEP3/4) em 2010

Excelentes resultados da TIISA em 2010!
44 milhões de lucro em 2010 contra 8 milhões em 2009:

 


Mais informações:
http://document.imprensaoficial.com.br/1/2/h/79/3/U/0/12h793u0046.pdf
http://document.imprensaoficial.com.br/1/2/h/79/3/U/0/12h793u0047.pdf
http://document.imprensaoficial.com.br/1/2/h/79/3/U/0/12h793u0048.pdf

quarta-feira, 23 de março de 2011

IESA/INEPAR (INEP3 INEP4) consolida tradição em fabricação de Fornos de Processo para a Petrobras


A IESA Projetos, Equipamentos e Montagens, uma das empresas da Inepar S/A,  está fabricando dois fornos de processo para a plataforma da Petrobras em Paulínia, São Paulo, conhecida como Replan. Os equipamentos irão auxiliar no processo de refino do petróleo.
O processo de utilização dos fornos é a gás e a tecnologia é da empresa BIH, empresa inglesa que atua junto à IESA como parceira, co-responsável técnica e licenciadora da fabricação e comercialização destes equipamentos” explica Vânia Lourenço, coordenadora de contratos da IESA. A previsão de entrega dos equipamentos está definido para agosto e setembro deste ano, quando a BIH enviará seus representantes técnicos ao Brasil para validar a garantia de performance dos equipamentos, através do acompanhamento e supervisão da montagem, comissionamento e startup dos fornos.
http://www.iesa.com.br/site/noticias/ft_cons_qi.jpg

A IESA está fabricando e montando os dois fornos de processo e todos os sistemas: injeção química, geração de vapor, sistema de FPGS, analisadores de oxigênio dentre outros, em regime Turn Key.
Este é mais um contrato de construção de fornos feitos pela IESA. No ano passado, dois projetos foram executados para a Petrobras em outras refinarias, totalizando a entrega de quatro equipamentos. O primeiro foi para a Refinaria Duque de Caxias, (REDUC), no Rio de Janeiro, através de um consórcio entre a IESA e a empresa Queiróz Galvão (QI).

O outro projeto realizado foi para a refinaria de Canoas, no Rio Grande do Sul, (REFAP) onde foram desenvolvidos dois fornos de processos, através do consórcio HDS (Promon/Skanska).

Refinaria de Paulínia – REPLAN

A REPLAN é a maior refinaria de petróleo da Petrobras em termos de produção. Localizada em Paulinia, no estado de São Paulo, iniciou sua operação em 2 de fevereiro de 1972.

A Replan tem capacidade de processamento de 57,2 mil m³ dia de petróleo, o equivalente a 360 mil barris. Sua produção corresponde a 20% de todo o refino de petróleo no Brasil, processando 80% de petróleo nacional, grande parte da Bacia de Campos.

A refinaria ocupa aproximadamente 9,1 km² e produz aguarrás, asfalto, coque, diesel, gasolina, GLP, nafta, querosene, propeno e outros.

Como Funciona o Refino de Petróleo

O petróleo é um combustível fóssil formado pela decomposição de resto de planctos - vegetais algas e animais marinhos -  ocorrida a milhões de anos.

Em estado bruto o petróleo é composto por moléculas de hidrogênio e carbono – hidrocarbonetos - que tem muita energia e pode apresentar várias formas físicas. Os principais hidrocarbonetos do petróleo bruto são: as parafinas, os aromáticos e os naftenos.

Na destilação fracionada, o petróleo é aquecido,  entra em ebulição, se transforma em vapor e entra nas colunas de destilação. Como cada cadeia de hidrocarboneto tem ponto de ebulição diferente e se condensa em um ponto da coluna é possível separá-las.

Desta forma, certa quantidade de petróleo bruto é capaz de dar origem a diversos produtos como gasolina, querosene, gases de petróleo, diesel, óleo lubrificante e asfalto. As refinarias mais modernas utilizam o processamento químico para quebrar cadeias longas de hidrocarboneto em outros menores, em um processo chamado craqueamento.

Assim, pode-se transformar diesel em gasolina, por exemplo, conforme a demanda do mercado. Depois disso, as frações são tratadas e combinadas para formar a substância desejada. Dessa mistura, diversos produtos são produzidos, de plástico a combustível de avião, que são armazenados e entregue direto aos compradores.

http://www.iesa.com.br/site/noticias/fornos_processo.htm

quinta-feira, 17 de março de 2011

Informação da INEPAR acerca do acordo com o BNDES

Autorização à Diretoria pelo Conselho de Administração objetivando o acordo com o BNDES e o saneamento do passivo da empresa:



Atuação da TIISA na logística brasileira

A empresa TIISA mencionada na reportagem é da INEPAR (INEP3 e INEP4):

São José do Rio Preto, 27 de Fevereiro, 2011 - 2:22
Região precisa de R$ 11,2 bi para evitar apagão logístico
Liza Mirella

Pierre Duarte/Arquivo

Ponte integra rodovia e ferrovia em Santa Fé do Sul; terminal pode ser ampliado Para evitar a ocorrência de um apagão logístico em 2014, a Confederação Nacional do Transporte (CNT) divulgou um conjunto de propostas para todo o País baseado em nove eixos, dos quais dois atravessam o Noroeste paulista. O Plano CNT de Transporte e Logística 2011 prevê oito obras para solucionar gargalos do setor na região de Rio Preto, que representam R$ 11,2 bilhões em investimentos em infraestrutura rodoviária, ferroviária e hidroviária.

O plano contém 748 projetos essenciais, orçados em R$ 404,9 bilhões, para que o País se projete definitivamente como uma nação forte e desenvolvida. A quarta edição do estudo traz um conjunto de propostas de adequação, construção e recuperação da infraestrutura de transporte do País.

Na região, a obra mais cara é a ferrovia Norte-Sul. São 1.765 quilômetros de estrada de ferro entre Araguaína (TO) e Estrela d´Oeste, no valor de R$ 9 bilhões. O início das obras já foi autorizado pelo governo. De acordo com a Tiisa, empresa que fará as obras , estão sendo definidas as áreas de acampamento, repúblicas e pedreira. A previsão, anunciada no fim de janeiro, é de que a construção comece quando terminar o período chuvoso.

O modal hidroviário é o que mais recebe atenção da CNT na região. São quatro obras no total. A primeira é a construção da eclusa da usina de Ilha Solteira, com investimentos estimados em R$ 776 milhões. A outra obra é a modernização da eclusa de Nova Avanhandava, em Buritama, orçada em R$ 776 milhões.

Em Pereira Barreto, o planejamento é de construção do terminal hidroviário, com investimentos de R$ 138 milhões. Em Santa Fé do Sul, o projeto é de ampliação do terminal intermodal da hidrovia Tietê-Paraná, ao custo de R$ 86 milhões.

O plano inclui Aparecida do Taboado, no Mato Grosso do Sul, com a construção do terminal intermodal e investimentos de R$ 138 milhões. A melhoria do transporte rodoviário está prevista na obra de implantação de faixas adicionais na rodovia SP-310, entre Mirassol e Ilha Solteira, num total de 205 quilômetros. A obra custa R$ 341 milhões.

Rio Preto pode ser contemplada no plano por meio de sinalização de passagens de nível urbanas, num trecho até a cidade de Cubatão. Essa ação integra a categoria eliminação de gargalos da infraestrutura.

A CNT informou que para a seleção das ações necessárias foram consideradas as contribuições de entidades afiliadas à Confederação e pesquisas realizadas por instituições ligadas a outros setores da economia, além de órgãos governamentais e não governamentais que têm relação com o transporte.

Para o presidente do Sindicato das Empresas de Transportes e Cargas de Rio Preto e Região (Setcarp), Kagio Miura, investimentos desse porte certamente trazem desenvolvimento para o setor logístico da região de Rio Preto. “A grande dúvida é se há, de fato, recursos para esses projetos.” Ele diz que os projetos são viáveis e a integração entre os modais é fundamental. “A ferrovia pode absorver o aumento no movimento de transporte de carga e resolver esse gargalo.”

Rubens Cardia

Plano prevê a construção de eclusa na usina de Ilha Solteira Plano busca desenvolvimento do setor

O plano foi estruturado em duas classes de projetos: os de integração nacional e os urbanos. Os projetos de integração nacional foram definidos como base em eixos de transporte e os urbanos se fundamentaram em regiões metropolitanas. O documento tem como objetivo contribuir para o planejamento de ações que englobam todos os segmentos de transporte e logística: rodoviário, ferroviário, aquaviário, aeroportuário e de transporte urbano.

Os projetos sugeridos referem-se às intervenções necessárias para viabilizar e ou tornar mais eficiente o deslocamento de pessoas e produtos na área de influência dos eixos. Segundo o plano da CNT, um sistema logístico de transporte ineficiente traz uma série de consequências ruins para o País. Uma delas é aumentar o preço final de produtos. Outra é que a população economicamente ativa - responsável pelo consumo desses produtos - arca com a ineficiência em função dos custos embutidos nos preços.

Outro aspecto envolve a sociedade como um todo, que perde porque a ineficiência acarreta em baixa produtividade dos produtos nacionais no mercado externo e, consequentemente, há menor geração de divisas.

No Estado de São Paulo, o plano da CNT prevê investimento mínimo de R$ 46,9 bilhões. As propostas envolvem todas as infraestruturas de transporte e projetos urbanos. Os destaques são a ampliação dos aeroportos de Guarulhos e de Campinas; a construção do contorno ferroviário de São Paulo; a dragagem e ampliação do acesso rodoviário ao Porto de Santos; a duplicação da BR-116 no Estado, a construção de um terminal ferroviário em Araraquara e a finalização do Rodoanel.

Entidade teme colapso no País

O presidente da Associação Brasileira de Empresas e Profissionais de Logística (APEPL), Anderson Moreira, faz uma avaliação crítica da realidade brasileira. “A situação do Brasil é de colapso iminente se não forem investidos altos valores.” Isso porque se não há infraestrutura para movimentar e escoar a produção brasileira, o País para de crescer. Segundo ele, o plano elaborado pela CNT é fantástico.

O grande problema é a burocracia que emperra a implementação das obras no Brasil. “O desenvolvimento de projetos demora de cinco a sete anos.” A Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016 também devem atrapalhar essas obras, já que serão priorizadas pelo governo. “A preocupação é que os projetos previstos não ocorram no tempo necessário”, afirmou.

Para Moreira, um caminho para resolver os gargalos do sistema logístico brasileiro é melhorar a infraestrutura existente, para resolver os problemas do passado. “Mais investimentos em ferrovia e hidrovia resolvem os problemas do presente e garantem o futuro.” Moreira afirma que esses dois modais são essenciais para o desenvolvimento do Brasil. “A hidrovia é um transporte que gasta menos e é mais produtivo, por isso acaba atraindo mais empresas.”

Sobre as ferrovias, ele diz que há necessidade de aumentar a malha. São cerca de 29,8 mil quilômetros de estrada e, para comparar, ele cita os 34,1 mil quilômetros da Argentina e os 230 mil quilômetros dos Estados Unidos.

Outro ponto é diminuir o custo da logística no País. No Brasil, está em cerca de 15% do Produto Interno Bruto (PIB), enquanto em países como Alemanha e Estados Unidos não passa de 8%. “A diminuição ocorre com a melhoria do que já existe e com investimentos em novos projetos.”

Unidade da Iesa no Município de Charqueadas

Economia | 17/03/2011 | 11h51min (Jornal Zero Hora)

Moradores de Charqueadas protestam contra possibilidade de perda de investimentos
Grupo quer agilizar licença ambiental para empreendimento no município

Cerca de 500 moradores de Charqueadas e região realizam protesto em frente ao Palácio Piratini, sede do governo gaúcho, no Centro de Porto Alegre. A manifestação é contra a morosidade do governo em conceder licenças ambientais para a empresa Iesa Óleo e Gás, que pretende construir uma unidade no município, gerando cerca de dois mil empregos diretos.

A empresa necessita das licenças ambientais até 15 de abril para poder operar até 30 de junho, prazo necessário para conseguir participar das licitações da Petrobras. A licença tem que ser concedida pela Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam).

O grupo chegou ao local pouco depois das 9h em 15 ônibus, portando faixas, apitos e tambores e também um carro de som. A intenção é permanecer na frente do Palácio durante todo o dia. No meio da manhã, sete ônibus retornaram a Charqueadas para buscar outros moradores.

Segundo o prefeito de Charqueadas, Davi Gilmar de Souza, além dos empregos diretos, o empreendimento, orçado em R$ 20 milhões, vai gerar mais dois mil empregos indiretos na região.

— Não é um protesto contra o governo, mas é uma forma de concretizar uma oportunidade econômica para toda a região carbonífera, que é carente de investimentos. Não queremos ser uma outra Guaíba — afirmou o prefeito, fazendo alusão à fábrica da Ford que não se instalou no município da Região Metropolitana.

O prefeito também acrescentou que o empreendimento movimentaria cerca de R$ 2 bilhões na economia de Charqueadas e dos municípios vizinhos e que o número de desempregados na região é próximo de cinco mil.

sexta-feira, 4 de março de 2011

QUIP ATINGE 1 MILHÃO DE HORAS SEM ACIDENTES DE TRABALHO



A Quip S/A, que está construindo no município a plataforma P-53, atingiu a marca de 1 milhão de horas sem acidentes de trabalho. A empresa, que dá especial atenção à segurança de seus trabalhadores, concedendo premiação às equipes que utilizam corretamente os equipamentos de proteção, chegou a ganhar uma placa da Petrobrás por atingir tão expressiva marca.
O prefeito Janir Branco visitou, na tarde de ontem, 26, a direção da Quip, quando apresentou os cumprimentos do Executivo Municipal e destacou, também, o trabalho social e educativo que a empresa tem realizado nos dois bairros próximos, o Santa Tereza e Getúlio Vargas, com foco na economia do lar, doenças sexualmente transmissíveis, higiene bucal, reciclagem de alimentos e de lixo.
O Chefe do Executivo, que estava acompanhado pelo secretário para Assuntos Extraordinários, Gilberto Pinho, foi recebido pelo Gestor Executivo de Construção e Montagem, engº Márcio Garcia Santos. Este aproveitou para informar que o navio Settebello, que está sendo convertido para se transformar na plataforma P-53, deixará Cingapura provavelmente nesta sexta-feira, 29, devendo chegar aqui no início de setembro, uma vez que a viagem demora 65 dias.
Márcio Garcia Santos afirmou que o cronograma de obras está sendo cumprido rigorosamente. Atualmente, a empresa conta com 450 funcionários e mais 1.400 terceirizados, totalizando 1.850 pessoas no canteiro de obras. Da cidade está sendo empregada 30% da mão-de-obra, mais 40% da região e 30% de fora, principalmente soldadores.
NOVOS SERVIÇOS
O responsável pela Quip também informou que tem recebido visitas de representantes de empresas multinacionais com atuação em plataformas. Uma delas é a Shell, que investirá em plataforma para exploração de gás na Bacia de Santos, sendo que a Quip deverá participar da concorrência. Márcio Santos confirmou que a intenção é participar de novas tomadas de preços. "Temos condições de atender outros serviços e estamos buscando novos negócios para cá. A verdade é que nossos acionistas tem um foco muito grande no Rio Grande", declarou o engenheiro, que no final destacou o apoio do Executivo Municipal. "Um dos fatores importantes para o êxito de nosso empreendimento é o apoio da Prefeitura. Tem todo um conjunto de sinergia que tem nos ajudado muito nesse projeto", disse ele, citando também a parceria com o Governo do Estado, Ministério Público, Marinha, administração portuária, sindicatos de trabalhadores e a Câmara Municipal, que aprovou os projetos da Prefeitura para concessão de incentivos.
FACILITADORES
O secretário para Assuntos Extraordinários, Gilberto Pinho, explanou sobre o objetivo da Prefeitura: "Queremos ser facilitadores e atender todas as empresas que aqui estão se implantando da melhor forma possível".
O prefeito Janir Branco mais uma vez elogiou a atuação da Quip no Município, alavancando o desenvolvimento e também zelando pela segurança de seus colaboradores, assim como realizando um trabalho social voltado para as comunidades próximas. Destacou que um dos reflexos da presença da Quip é o aumento expressivo da demanda na rede hoteleira que, inclusive, está motivando novos investimentos no setor. "Por isso viemos aqui. Já atraímos R$ 2 bilhões em investimentos e não podemos perder o contato. Estamos acompanhando passo a passo todos os novos empreendimentos na certeza de que essa integração entre o Executivo e setor empresarial resultará em muitos benefícios para nossa comunidade e região", concluiu Branco.